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Notícias Séries & TV 29ago • 2017

Já temos o primeiro trailer da adaptação de “O Chamado do Cuco”

A BBC divulgou essa semana o primeiro trailer de Strike, adaptação da série Cormoran Strike da J. K. Rowling sob o pseudônimo Robert Galbraith, que começa com O Chamado do Cuco. A série, que vai estrear dia 27 de agosto na BBC, tem sete episódios na sua primeira temporada, cada um deles tendo uma hora de duração. Os primeiros três episódios serão baseados em O Chamado do Cuco, os próximos dois episódios serão baseados em O Bicho-da-Seda, e os últimos dois episódios serão baseados em A Carreira do Mal.

Strike segue o detetive particular Cormoran Strike (Tom Burke), e sua assistente Robin Ellacott (Holliday Grainger) durante a investigação do possível suicídio da super modelo Lula Landry (Elarica Johnson). O que inicialmente parece ser apenas mais um dia de trabalho para Strike acaba se revelando como o inicio de um mistério bem mais complicado. A séries será transmitida pela BBC no dia 27 de agosto, e pela HBO, onde ainda não tem data definida para estrear.

Confira o trailer:

Notícias Séries & TV 13jul • 2017

The Umbrella Academy vai ganhar série na Netflix!

Os humilhados finalmente serão exaltados! Depois de dois anos de especulação a série de quadrinhos The Umbrella Academy criada por Gerard Way, vocalista da banda My Chemical Romance e ilustrada pelo brasileiro Gabriel Bá, finalmente vai ganhar uma adaptação! E vai ser pela Netflix! O próprio Gerard Way usou suas redes sociais para compartilhar o primeiro pôster oficial da adaptação que tem estréia prevista para 2018.

Alguns detalhes da adaptação já foram liberados. Além da previsão de estréia, foi anunciado que a série vai ter 10 episódios, e que vai ser live-action, apesar do que a arte do pôster pode indicar. Gerard Way disse em uma declaração “Eu estou maravilhado que ‘The Umbrella Academy’ achou um lar na Netflix. Eu não conseguiria pensar em um lugar melhor para a visão que eu e o Gabriel Bá tivemos quando criamos esse quadrinho, e eu mal posso esperar para que as pessoas possam experienciar esse mundo em um programa live action.

Em The Umbrella Academy, 47 crianças extraordinárias nascem de mães que nunca mostraram sinais de estarem grávidas. O milionário Reginald Hargreeves adota 7 dessas crianças, e quando questionado o motivo responde apenas “para salvar o mundo”. Essas crianças formam a Umbrella Academy, uma família disfuncional de super hérois. Uma década depois, o time se separa mas quando Hargreeves morre inesperadamente, eles são forçados a se reunirem para salvar o mundo outra vez.

Cindy Holland, vince presidente de conteúdo da Netflix disse “O que nos atraiu em The Umbrella Academy é que o tom é completamente único, visual e estilizado. Esses não são super-heróis comuns, e essa série vai adotar o tom singular das graphic novels – sombrio, porém divertido, sobrenatural mas centrado na realidade. Nós estamos animados para vermos esse mundo e apresentar esses heróis inesquecíveis para os membros da Netflix no mundo todo.

Fonte: Netflix.

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Notícias Séries & TV 30jun • 2017

Saiu um monte de coisa nova de Death Note!

Vocês acharam que a Netflix não ia arrasar com a gente hoje, né? Pois se enganaram! Para animar a nossa semana, a Netflix foi e liberou o trailer do filme de Death Note! E não satisfeita com apenas esse tiro, foi e soltou também um featurette cheio de informações sobre a produção, e entrevistas com o diretor Adam Wingard e com o ator Nat Wolff que interpreta o protagonista Light Turner, um garoto que encontra um caderno sobrenatural que lhe dá o poder de matar qualquer pessoa simplesmente escrevendo seu nome nas páginas.

E não é só isso, foram liberadas também várias fotos exclusivas, incluindo uma do personagem Ryuk, interpretado por Willem Dafoe, e uma de Keith Stanfield no papel de L, um misterioso detetive que tenta impedir que Light concretize seus planos. (Explicação super rasa do plot, a gente explica bem melhor aqui.) Pelo que dá pra ver a Netflix tá mesmo apostando nesse tom mais dark para o filme.

Como uma pessoa que nunca viu o anime (mas que pretende começar o mais rápido possível) o material que a Netflix liberou me deixou bem animado pra ver o filme. Mas eu fiquei bastante curioso sobre o que alguém que é fã do anime e dos mangas pensa sobre essa adaptação. Se você é uma dessas pessoas, conta pra gente nos comentários o que você achou do trailer e se você está ou não animado para o filme! Death Note tem estréia prevista na Netflix no dia 25 de agosto.

O resto das imagens você pode conferir no Omelete, e o trailer e o featurette você confere aqui mesmo!

Séries & TV 16maio • 2017

Desventuras em Série: O Filme Ou A Série?

Que nós aqui do La Oliphant adoramos adaptações nem precisa falar. E eu pessoalmente fico bem triste quando uma adaptação não atinge o sucesso que era esperado, como por exemplo acontece quando um filme é lançado, e não ganha nenhuma continuação. Um caso que me deixou bem triste foi o filme de Desventuras em Série baseado na série de Lemony Snicket, que foi lançado em 2004. O filme era pra ter sido o primeiro em uma franquia, mas acabou por sendo apenas um filme mesmo.

Corta pra 2017, e a Netflix lança a primeira temporada de uma produção original baseada nos livros. Eu gostei bastante tanto do filme quanto da série, mas é meio inevitável que a gente acabe comparando os dois. Então, achei que seria legal fazer um post sobre isso, levantando o que eu acho que a série fez melhor que o filme e vice-versa. Vamos só deixar claro que eu não li os livros, então as minhas opiniões são baseadas apenas no filme e na série, ok?

O primeiro ponto que vamos examinar são os atores, principalmente as crianças Baudelair. No filme, os irmãos Violet, Klaus e Sunny foram interpretados por Emily Browning, Liam Aiken e pelas gêmeas Kara e Shelby Hoffman. Já na série, os papéis ficaram com Malina Weissman, Louis Hynes e Presley Smith. Não tem como julgar a atuação dos bebês então vamos falar apenas de Violet e Klaus.

Apesar de gostar bastante da Emily Browning, eu achei que a atuação das crianças da série foi melhor. No filme, Violet e Klaus são um pouco monótonos demais pro meu gosto. Na série, eles mostram bem mais personalidade. Além disso, a Emily Browning e o Liam Aiken já não tinham mais tamanho pra interpretar duas crianças, e Malina e Louis se encaixaram bem melhor nos papéis.

Ainda nas atuações, o vilão da história, Conde Olaf é um ponto bastante importante para o andamento da história. Não só porque os planos dele são o que movimentam a história, mas porque ele exemplifica perfeitamente o estilo de humor negro que a história tem. No filme, o Conde foi interpretado por Jim Carrey, e na série o papel ficou com Neil Patrick Harris, conhecido pela série How I Met Your Mother.

E nesse caso, eu achei o Conde Olaf do filme bem melhor. Tanto Jim Carrey quanto o Neil Patrick Harris sabem ser engraçados, mas o Conde Olaf do Jim Carrey conseguiu balancear a comédia com momentos mais sérios, o que fez dele um vilão melhor. Talvez na segunda temporada o Conde Olaf do Neil Patrick Harris se mostre mais ameaçador, mais por enquanto, eu fico com o do Jim Carrey.

Alguns outros detalhes que eu achei legal no filme e na série: A identidade visual os dois é bem legal, mas a da série é mais visualmente agradável. A do filme é um pouco sombria demais pro meu gosto. A narração da série é muito mais maneira, mas eu sou suspeito pra falar porque eu me amarro demais na voz do Patrick Warburton. E os personagens de apoio são mais marcantes na série, apesar de que o filme tem atuações ótimas, principalmente a da Meryl Streep. Apesar de adorar os dois, acho que deu pra perceber que eu curti bem mais a série do que o filme.

Eu queria de verdade que isso se tornasse um hábito pra Netflix, e que ela começasse a dar segundas chances para essas adaptações que não deram tão certo. Eu tenho uma lista delas aqui, caso ela precise de algumas sugestões, começando com Percy Jackson.

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Séries & TV 11maio • 2017

Só Algumas das Adaptações que Vamos Ver Esse Ano

Não sei se foi só impressão minha, mas eu tava achando que Hollywood tinha desanimado das adaptações literárias. Depois que Divergente meio que afundou  e a moda de adaptar todo livro de sucesso em uma série de filmes passou, os estúdios tiveram que procurar outras fontes para suas histórias. E até que acharam, vários dos filmes mais bem sucedidos dos últimos anos eram baseados em livros. Mas dava pra ver nitidamente que não era a mesma coisa como na época que toda semana era anunciado um filme novo baseado em um livro que a gente tinha na estante. E eu até fiquei pensando “Aonde foram parar as adaptações?”.

Bom, aparentemente a resposta é na TV! Apesar de alguns exemplos pro cinema,  2017 parece ser o ano das séries baseadas em livros dominarem o mundo. 13 Reasons Why e Desventuras em Série fizeram bastante sucesso e já temos várias outras anunciadas ou prestes a estrear. Então, reunimos só algumas das adaptações (pra ser mais exato, aquelas que eu mais quero ver) aqui pra vocês terem uma ideia das histórias incríveis que vamos ver esse ano.

1 – Tudo e Todas as Coisas

Começando com um dos títulos que vão para o cinema, Tudo e Todas as Coisas tem estréia marcada pro dia 15 de junho no Brasil, e estrela Amandla Stenberg (a Rue de Jogos Vorazes) e Nick Robinson (Jurassic World e Simon vs The Homo Sapiens Agenda, outra adaptação que ainda não tem data definida). O filme é dirigido por Stella Meghie, uma diretora canadense, e é o segundo filme da carreira da diretora.

Tudo e Toda as Coisas é baseado no livro de Nicola Yoon, e conta a história de Madeline, uma jovem que quando criança é diagnosticada com imunodeficiência grave, ou seja, ela é basicamente alérgica á tudo, até mesmo a poluição no ar. Como resultado disso, Madeline cresce confinada dentro de casa, tendo como única companhia sua mãe, sua enfermeira, e seus livros. Mas isso muda quando uma nova família se muda para a casa ao lado e ela conhece Olly, seu novo vizinho.

2 – Extraordinário

Outro exemplo pro cinema, dessa vez baseado em um livro que eu tenho certeza vocês já leram, ou pelo menos ouviram falar. Novo projeto do diretor Stephen Chbosky, que também dirigiu As Vantagens de Ser Invisível, o filme conta com um elenco de peso: Julia Roberts, Owen Wilson, e Jacob Tremblay que ganhou o coração de todo mundo no filme O Quarto de Jack. A estréia do filme tá prevista para 23 de novembro.

Baseado no livro de mesmo nome da R. J. Palacio, Extraordinário conta a história de Augustus (Jacob Tremblay), ou Auggie, um garoto que nasceu com uma deformação facial. Auggie passa a maior parte da infância sendo educado em casa pelos pais (Julia Roberts e Owen Wilson), mas por volta dos 10 anos, seus pais decidem coloca-lo em uma escola particular.

3 – The Handmaid’s Tale

Ok, agora sim, vamos falar de TV. The Handmaid’s Tale estreou a pouco tempo nos Estados Unidos (só tem 4 episódios até agora), mas já tá dando o que falar. A série retrata um futuro bastante perturbador e foi apontada como sendo uma crítica ao atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de ser baseada em um livro escrito em 1985.

The Handmaid’s Tale é baseado em A História de Uma Serva, livro da canadense Margaret Atwood, um livro que apresenta um futuro em que a extrema direita toma o controle dos Estados Unidos e queima a Constituição. Agora chamado de Gileade, o páis se torna um estado policial em que as mulheres férteis são chamadas de Servas e são forçadas a conceber filhos para a elite. A série tem no elenco nomes como Elizabeth Moss, Yvonne Strahovski, Alexis Bledel e Joseph Fienes.

4 – American Gods

Oooh, eu tô bem animado pra essa série. Eu estava planejando esperar pra assistir só depois de ler o livro, mas não sei se eu vou aguentar esperar. Desde que foi anunciada, e principalmente quanto a abertura da série foi divulgada, eu já estava me coçando de vontade de assistir. Não só isso, a atmosfera da série e os temas dela me dão muita esperança de que em algum momento, uma série de The Wicked + The Divine aconteça.

American Gods é baseada no livro Deuses Americanos, do autor Neil Gaiman. A história gira em torno de Shadow (Ricky Whittle, de The 100), um ex-presidiário que aceita ser guarda costas do misterioso Mr. Wednesday (Ian Mcshane), que na verdade é o deus Odin que está de passagem na terra para enfrentar novos deuses. A série ainda tem no elenco Emily Browning, Crispin Glover, Orlando Jones e Gillian Anderson.

5 -Vários projetos baseados em obras do Stephen King

Se eu fosse incluir as adaptações baseadas em livros do Stephen King, a lista ia ser basicamente só dele. Então achei melhor juntar tudo em um só item. Primeiro, O remake de It – A Coisa que tem estréia marcada pro dia 7 de setembro, que retrata uma pacata cidade no Maine onde crianças começam a desaparecer. O filme tem a direção de Andrés Muschietti, que dirigiu Mama, e estrela Bill Skargård (Hemlock Grove) como o icônico palhaço Pennywise.

Depois a adaptação do primeiro livro da série A Torre Negra. O filme, dirigido pelo dinamarquês Nikolaj Arcel, estrela Idris Elba como o pistoleiro Roland Deschain, que percorre o mundo a procura da Torre Negra, um prédio mágico que está prestes a desaparecer. No elenco, Matthew McGConaughey (Interestelar), Jackie Earle Haley (Watchmen), e Fran Kranz (O Segredo da Cabana).

E por ultimo, The Mist, que já teve uma adaptação pro cinema, e agora vem pra TV. Na série, alguns moradores da cidade de Bridgton ficam presos dentro de um supermercado quando um misterioso nevoeiro se espalha pela cidade. Os que tentam, são rapidamente destroçados por monstros ocultos pela neblina. Aos poucos, o pânico e a paranoia começam a tomar conta e as tragédias se sucedem.

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Notícias 25jan • 2017

Saiu o primeiro teaser de Thirteen Reasons Why!

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Abaixa que vem tiro! Foi divulgado o primeiro teaser da série de Thirteen Reasons Why, baseado no livro Os 13 Porquês, do Jay Asher! A Selena Gomez, que é uma das produtoras executivas da série, divulgou no perfil dela no Instagram um pequeno teaser, mostrando alguns dos personagens que farão parte da série (que tem lançamento previsto pra esse ano), além de nos dar uma prévia da voz da “protagonista” Hannah Baker, interpretada pela atriz australiana Katherine Langford.

Os 13 Porquês conta a história de Hannah Baker, uma jovem que, inesperadamente, comete suicídio aos 16 anos. Meses após sua morte, Clay Jensen, seu colega de classe encontra na porta de sua casa uma caixa contendo 7 fitas cassetes. Quando coloca as fitas pra tocar, Clay escuta a voz de Hannah, dizendo que nessas fitas, ela ira explicar os fatos e as pessoas que a levaram a tirar a própria vida. E que as fitas estão sendo passadas por cada uma das pessoas da lista. Quem recebe as fitas deve escuta-las e após terminar, rebobina-las e passa-las para a próxima pessoa da lista.

A peek at a passion project I’ve been working on with @Netflix. @13ReasonsWhy arrives 3/31.

Um vídeo publicado por Selena Gomez (@selenagomez) em

Thirteen Reasons Why estreia esse ano na Netflix, e nós já estamos ansiosíssimos pra assistir!

Séries & TV 15dez • 2016

Séries Para Maratonar Nesse Fim de Ano

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Finalzinho do ano, e todo mundo entrando em recesso, seja da escola ou do trabalho. E tem alguma coisa melhor pra fazer nessa folga do que assistir vários episódios de uma série de uma vez só, sem levantar do sofá pra nada? Claro que não tem, né? Então a gente aqui do La Oliphant decidimos juntar algumas séries que nós gostamos muito pra recomendar pra vocês passarem muito bem esse restinho de 2016, e até mesmo o comecinho de 2017.

Pra facilitar a maratona de todo mundo, todas as séries dessa lista estão disponíveis na Netflix. A gente tentou fazer uma listinha bem variada pra agradar o gosto de todo mundo, então tem comédia, drama, mistério. Tem de tudo, sério. Então, preparem o sofá, estourem a pipoca, e vamos nessa!

1 – Dirk Gently’s Holistic Detective Agency

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Começando a lista com a série mais nova aparecer no catálogo da Netflix. Baseada nos livros de Douglas Adams (que também escreveu O Guia do Mochileiro das Galáxias), a série segue Todd (Elijah Wood), um fracassado que trabalha como carregador de malas em um hotel. Numa noite, acontece um assassinato em uma das suítes do hotel e o caminho de Todd cruza com o detetive Dirk Gently (Samuel Barnett), uma figura bastante excêntrica.

A série é comandada pelo roteirista de Hollywood, Max Landis, que escreveu os filmes Poder Sem Limites e American Ultra. É uma das séries mais legais que eu assisti em tempos, e eu já tô super ansioso pela segunda temporada, que infelizmente só vem ano que vem mesmo. Pra quem gosta daquele estilo de humor bem bizarro, característico dos trabalhos do Douglas Adams, é um prato cheio. Além disso, tem um cachorro na série, e isso é sempre bom.

2 – Quantico

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Quantico é um thriller produzido pelo canal americano ABC, e conta a história de Alex Parrish (Priyanka Chopra), uma recruta do FBI que é acusada de orquestrar um ataque terrorista na cidade de Nova York. Alex descobre que está sendo incriminada por um agente duplo infiltrado entre os seus colegas, e precisa escapar da própria agencia da qual pretendia fazer parte, além de tentar provar suar inocência.

A Débora já tinha falado da série aqui no blog, mas eu também curti pra caramba a série. Amei muito as personagens mulheres, principalmente a protagonista Alex, e as cenas de ação, que são incríveis. A primeira temporada está toda na Netflix, e é uma ótima escolha pra quem curte uma série de espionagem cheia de ação e adrenalina.

3 – Freaks and Geeks

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Freaks and Geeks foi uma produção da NBC que fez um sucesso considerável com os fãs em 1999. A série era focada nos irmãos Lindsay (Linda Cardellini) e Sam (John Francis Daley), que estudam na mesma escola. Os amigos de Lindsay são os esquisitos da escola (os Freaks), e o grupo com que Sam anda são os maiores nerds do colégios (obviamente, os Geeks).

A série foi responsável pelo começo de carreira de vários atores que hoje são super conhecidos, como James Franco, Seth Rogen, e Jason Segel, o Marshal de How I Met Your Mother. É uma série super divertida, que infelizmente não teve a chance de continuar além da primeira temporada, por mais que os fãs tenham implorado na época. Apesar de não ter tido uma vida tão longa quanto merecia, foi super elogiada pela crítica na época.

4 – 3%

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A primeira produção nacional da Netflix não podia faltar nessa lista. 3% se passa em um futuro pós-apocalíptico em que a sociedade é dividida em dois lados. Um dos lados vive na miséria, o outro no luxo. Quando atinge os 20 anos, todo cidadão tem o direito de participar de um processo seletivo para passar para o outro lado. Mas somente 3% dos participantes conseguem passar para por essa seleção.

Eu vinha esperando por essa série já faz anos. Desde que vi pela primeira vez o piloto que foi produzido em 2011, eu torcia muito para que alguma emissora levasse a série pra frente. Ainda bem que a Netflix apostou na ideia e nos entregou a série em 2016. Eu espero que isso leve a ainda mais produções nacionais que exploram conceitos mais elaborados assim.

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Bom, essas são algumas das séries disponíveis na Netflix pra galera curtir nesse fim de ano. Aproveitem as maratonas, contem pra gente aqui nos comentários quais séries vocês estão assistindo e boas festas pra todos vocês!

Notícias 09set • 2016

Eita, Shailene Woodley não estara na série pra TV de Divergente

shaileneAlgum tempo atrás, nós noticiamos aqui no La Oliphant que os estúdios Lionsgate tinha planos de concluir a série de filmes Divergente na TV, e não no cinema, na forma de um filme pra TV e de uma série spin off. O site de notícias Variety salientou que o filme concluiria a história de Tris, Quatro e dos personagens que já conhecemos e a série introduziria um novo grupo de personagens, e disse que não tinha informação se a protagonista Shailene Woodley faria parte desse novo projeto.

Bom, agora temos uma resposta. Em uma entrevista ao site Screen Rant, Shailene disse que “não está necessariamente interessada em fazer uma série de TV”. Ela disse que respeita que os estúdios tenham mudado de ideia sobre a direção do projeto, mas que ela não queria participar de um projeto pra TV. O ator Miles Teler, que interpreta Peter nos filmes, foi entrevistado pelo Hollywood Reporter e não confirmou nem negou sua participação na série.

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Vale ressaltar que Shailene negou participar da série, não do filme. Considerando que a série seria uma spin off com personagens novos (e levando em conta os acontecimentos do ultimo livro da série Divergente) não é surpreendente que ela não faça parte do elenco da série.

A série Divergente é baseada na trilogia de mesmo nome criada por Veronica Roth. Os livros contam a história de uma sociedade que é dividida em facções, baseadas nos traços mais dominantes das personalidades das pessoas. Os dois primeiros filmes da série, Divergente e Insurgente, foram sucesso de bilheteria, mas o terceiro, Convergente, acabou decepcionando.

Fonte: Screen Rant

Séries & TV 19jul • 2016

5 Séries Canceladas Cedo Demais

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Séries canceladas. Se tem uma dor que todo viciado em séries compartilha, é a dor de ver uma de suas séries favoritas ser cancelada. E essa dor fica ainda pior quando você sabe que os criadores e roteiristas ainda tinha muita história pra contar. E como ficam os personagens pelos quais você se apaixonou? Os mistérios que vão ficar sem respostas?  E pra piorar, aquela série chata que você não aguenta mais ouvir falar foi renovada para a nonagésima terceira temporada!

Enfim, é péssimo ver uma série com tanto potencial ser cancelara tão cedo. Pensando nisso, juntei algumas das séries que eu mais sinto falta pra apresentar pra vocês. Afinal, pra que serve essa dor se não pra ser compartilhada, não é? Então, bora sofrer junto!

1 – Almost Human

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Criação do mestre do sci-fi moderno, J J Ambrams, Almost Human estreou em 2013, e me ganhou logo na premissa. Num futuro em que a evolução da tecnologia e da ciência causa um aumento na taxa de criminalidade, é implementada uma nova politica: todo policial humano recebe um parceiro androide. O detetive John Kennex (Karl Urban, dos filmes Star Trek e Dredd), que teve experiencias ruins com androides no passado, não fica exatamente feliz ao saber que agora terá que trabalhar com Dorian (Michael Ealy).

Eu sou suspeito de falar porque sou fã das produções do Abrams, mas Almost Human era muito legal. A série levantava questões super interessantes sobre filosofia e tecnologia, sem perder aquele ar de aventura sci-fi que eu adoro. Infelizmente, a audiência da série não era das melhores, e os custos de produção eram grandes demais pra Fox continuar com uma segunda temporada.

2 – Firefly

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Toda lista séries que mereciam mais temporadas precisa ter Firefly, é tipo a lei da internet. Criada por Joss Wheadon (criador de Buffy, A Caça-Vampiros, e diretor de Os Vingadores) em 2012, Firefly retrata as aventuras da tripulação da espacionave Serenity, protagonizadas pelo seu capitão, Mal Rivers (Nathan Fillion, de Castle). A série ainda contava com um elenco incrível: Gina Torrez, Alan Tudyk, Morena Baccarin, e Summer Glau (que inclusive é super pé frio pra séries, não sei como que Arrow escapou da maldição dela.

Mas como a vida não é justa, a série durou apenas 14 episódios. Apesar da baixa audiência, Firefly foi muito bem nas vendas quando saiu em DVD e acabou reunindo um fandom enorme, apesar da vida curta. A exigencia dos fãs foi tanta que, em 2005, a Sony Pictures lançou um filme para continuar a história da série, intitulado Serenity. Não foi exatamente o que os fãs queriam, mas já é alguma coisa, né?

3 – Dollhouse

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Dá pra perceber que eu sou muito fã do Joss Whedon? Dollhouse foi a próxima produção dele pra TV depois de Firefly, e é protagonizada por Eliza Dushku, interprete da Faith de Buffy, A Caça-Vampiros. A série mostra o funcionamento de uma Dollhouse, um estabelecimento que programa indivíduos, conhecidos como Ativos ou Dolls, com habilidades temporárias, para que eles realizem serviços para clientes, que vão desde assaltos a banco até ao sexo. Eliza vive Echo, uma dessas Dolls que parece estar desenvolvendo auto-consciência.

A série não era exatamente um sucesso de audiência, mas também não estava indo tão mal assim, tanto que conseguiu uma renovação pra segunda temporada. Mas, sabe se lá porque, a Fox decidiu cancelar a série em 2010, quase um ano depois de sua estréia. O que é uma pena, não só porque a série ainda tinha história pra contar, mas também porque desde então a Eliza Dushku não protagonizou outra série.

4 – Young Justice

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Animação também conta, né? Conta? Então tá! Young Justice começou a ser exibido em
2010 pela Cartoon Network, como parte do bloco DC Nation, que agrupava animações baseadas nos quadrinhos da DC Comics. Young Justice seguia as missões de um grupo formado pelos “assistentes” dos super-heróis que nós já conhecemos: Robin, Superboy, Aqualad, Kid Flash, Miss Martian e Artemis, enquanto eles tentar provar que são tão capazes quanto os hérois com quem trabalham.

Young Justice ganha o prêmio para motivo mais idiota de cancelamento. Não, não foi por causa de audiência. Mas a grande maioria do público que estava vendo o programa era composta de meninas. E a Cartoon Network, sabe-se lá porque causa, motivo, razão ou circunstância, achou que as meninas que estavam assistindo o desenho, não iriam comprar os brinquedos e produtos relacionados a ele. O QUE NÃO FAZ O MENOR SENTIDO. Existem boatos que a Netflix talvez produza uma terceira temporada da série, e eu vou dormir todo dia pedindo a Deus pra que isso seja verdade.

5  – Pushing Daisies

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Ah, como doí! Pushing Daisies é uma criação de Bryan Fuller, que também criou Dead Like Me, Wonderfalls, e desenvolveu Hannibal. A série conta a história de Ned (Lee Pace), dono de uma confeitaria que tem a habilidade de reviver os mortos com um toque. Mas esse poder tem suas regras: Depois de tocar no morto uma vez, Ned não pode tocar nele novamente, ou ele morre de novo, dessa vez pra sempre. Além disso, se ele passa mais de um minuto vivo, outra coisa precisa morrer no seu lugar.

A série tinha uma identidade visual muito legal, que lembrava muito o filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, e um roteiro divertido e dinâmico. Infelizmente, a série foi afetada pela greve dos roteiristas de 2007, o que causou problemas na produção. Esse atraso na produção acabou levando a um decline no interesse do público, e a série foi cancelada em sua segunda temporada. E eu choro até hoje por não saber como a história de Ned e Chuck termina.

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Bom, é isso. Essas são algumas das séries que eu até hoje não aceito terem acabado. E vocês? Qual série vocês gostariam que ainda existisse? Conta pra gente aí nos comentários!
(Obs: Menções honrosas, e sugestões dos meus amigos: Faking It (nunca vi), Ringer (nunca vi), Constantine (nunca vi, mas pretendo), Tru Calling (só não entrou porque vai aparecer em outro post no futuro).

Séries & TV 09jul • 2016

5 Séries Que Eu Abandonei

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Como eu já falei aqui antes, eu sou completamente viciado em séries. Se você já conversou comigo pessoalmente, tem 99,9% de chance de eu ter falado de alguma série que eu estava assistindo no momento. E não tem coisa mais triste pra mim do que quando a série me decepciona a ponto de eu simplesmente desistir de acompanhar.

Seja porque um personagem que a gente gostava demais foi morto, ou porque a história da série simplesmente não nos agrada mais, acho que todos nós já viramos as costas pra uma série que costumava ser a nº 1 nos nossos corações. Então essa aqui é a minha pequena lista de séries que eu precisei abandonar:

 

1 – Sex&Drugs&Rock&Roll

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 Essa é a serie mais atual da lista, e teve sua estréia em 2015. A série é focada em Johnny Rock, um rockstar que caiu no esquecimento, e em sua filha, Gigi, que sonha em ser uma cantora famosa. Pra ser sincero, o único motivo que me levou a assistir essa série foi a possibilidade de ouvir a Elizabeth Gillies (que faz a personagem Gigi, e fez a Jade naquela série da Nickelodeon, Brilhante Victória) cantando.

Infelizmente, a voz maravilhosa dela não foi o suficiente pra me manter assistindo. As músicas da série são boas, mas o roteiro e as atuações são bastante medianas. Depois de assistir um episódio, você esquece completamente do que acontece nele. A série foi renovada pra uma segunda temporada, mas eu com certeza não vou acompanhar.

2 – Glee

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Eu, assim como grande parte da população mundial, tive a minha fase Gleek. Na época que a série estreou, eu fiquei completamente viciado na série, e assistia a todos os episódios. Pra piorar, eu ainda fazia parte de um coral, então a obsessão realmente estava fora de controle. Glee foi uma das séries que eu mais curti, principalmente nas primeiras 2 temporadas.

Mas como tudo o que bom dura pouco, os problemas de Glee ficaram óbvios demais para eu ignorar. Roteiros mal escritos, inconsistências nos personagens, um troca-troca de casais super chato, etc. Glee foi do topo da minha lista de séries favoritas direto pro fundo do poço. Até hoje, eu ainda não assisti a sexta e ultima temporada.

3 – Arrow

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 Arrow é uma série que eu comecei curtindo muito. Adorava as cenas de ação, os personagens, e curtia muito a maneira que os roteiristas adaptavam certos elementos dos quadrinhos. As atuações eram boas, e eu ficava animado em ver uma série de super-herói sendo bem feita na televisão. Mas claro que isso não durou, né?

Arrow foi ficando muito chata de acompanhar. O formato de flashback começou a me irritar, e os episódios eram focados demais nos romances do que na ação. Pra piorar, alguns dos personagens que eu mais gostava foram morrendo, e eu simplesmente larguei a série pra lá. Eu ainda devo assistir as outras temporadas, somente porque ainda gosto de Flash e Legends of Tomorrow, e inevitavelmente as histórias das séries ainda vão se cruzar.

4 – Teen Wolf

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Teen Wolf foi uma série que me conquistou aos poucos. No começo, os efeitos especiais medianos e as atuações levemente amadoras me desanimaram. Mas a medida que fui assistindo, os personagens e o enredo foram me puxando cada vez mais. Chegando no final da segunda temporada, eu já estava totalmente agarrado na série.

Mas é claro que isso acabou mudando. A escrita da série começou a andar em círculos, o personagem que eu mais detestava começou a ganhar cada vez mais destaque, e depois que vários dos meus personagens favoritos saíram da série, eu abandonei Teen Wolf completamente. Quem sabe eu ainda volte, mas levando em conta o tanto de mudanças que já devem ter acontecido enquanto eu não estive acompanhando, acho bem difícil.

5 – Doctor Who

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Olha, esse me doí bastante. Desde que eu descobri a série graças ao Tumblr, Doctor Who foi uma das minhas séries favoritas. Eu fiquei completamente obcecado com a série e não satisfeito em carregar essa cruz sozinho, fiz meus amigos assistirem a série também (né, Débora?). Assisti episódios antigos, li e escrevi fanfics, ouvi podcasts, assisti fanfilms, mergulhei completamente no universo de DW.

E eventualmente, cansei. Me irritei demais com a escrita do Steven Mofatt, que parece achar que todo episódio precisa de um plotwist, que toda temporada precisa de um cliffhanger, que toda personagem mulher precisa ser louca pelo Doctor. Mas, já que foi anunciado que o Steven Mofatt não vai mais ser o show runner depois de 2018, talvez eu volte a assistir.

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Bom, essas algumas das séries que eu infelizmente abandonei. E vocês? Já abandonaram alguma série? Conta pra gente aqui nos comentários qual e porque?

Séries & TV 04jul • 2016

Estou organizando minhas séries pelo TvShow Time

TvShow Time

Estamos entrando em uma fase de falar sobre séries de TV, acho que vocês deveriam saber disso. Já aconteceram algumas publicações de indicações de séries para vocês assistirem, como Outlander e Poldark, mas eu estou querendo ir um pouco além disso – coisa que eu só vou revelar daqui há algumas semanas pois existe todo um planejamento por trás. Pensando nesse novo momento, eu resolvi trazer para vocês um aplicativo de celular que tem salvado a minha vida na hora de acompanhar as minhas 3 milhões de séries: o TvShow Time.

Em termos bem simples, o TvShow Time funciona como um calendário de Séries. Ao baixar o aplicativo para o celular, você irá buscar por todas as séries que acompanha. A partir disso, o app cria um calendário para você e ainda te notifica sempre que as suas séries ganham um episódio novo. Para mim, essa foi a melhor função já inventada na história da humanidade, porque eu sempre me perdia nas séries que eu tinha que assistir, e agora eu consigo manter um controle melhor de qual temporada e episódio eu estou assistindo. Maravilhoso, não é?

TvShow Time

A interface do aplicativo é simples, e a navegação é bastante intuitiva. O TvShow Time ofere uma gama de opções para o gerenciamento e organização dos programas que você acompanha, o que facilita bastante na hora de você selecionar as séries que vai assistir ou as que vai abandonar por um tempo. Você consegue um relatório sobre as séries assistidas, consegue arquivá-las e ver o status da série atualmente, assim como a data em que ela vai voltar – no caso de hiatus.  Não é a melhor coisa que a humanidade já criou para nós?

O diferencial é que o aplicativo é integrado a uma rede social, permitindo que os usuários avaliem os episódios e deixem comentários, interagindo com seus amigos ou outros usuários. Além disso, o aplicativo também contabiliza as horas gastas assistindo série – o que no meu, pelo menos no momento são quase 4 meses apenas dedicado a programas como Doctor Who e Outlander. Outro ponto importante, e que vai deixar muita gente animada, é que o aplicativo pode ser configurado para exibir todos os comentários, independente da língua, ou apenas aqueles em português. É basicamente um coração de mãe, cabe todo mundo!

TvShow Time

Se você não se apaixonou por esse aplicativo até aqui, deixe-me contar mais uma informação: o TvShow Time também te dá a quantidade de dias que faltam para a estréia da nova temporada das séries que já foram confirmadas. Além disso – porque sim, tem mais coisas maravilhosas – você ainda consegue configurar separadamente suas notificações com “Nunca”, “5 minutos antes do horário americano” e “Um dia antes”. Essas funções me ajudam demais a selecionar as séries que eu realmente quero acompanhar durante a semana, como Game of Thrones, e outras que eu quero assistir naquela época de hiatos, onde minha programação fica praticamente vazia.

Não se preocupem, isso não é uma propaganda do aplicativo e sim uma declaração de amor da minha parte por nunca mais ter perdido nenhum episódio das séries que eu amo. O TvShow Time é gratuito e está disponível para download tanto no iOS quanto no Android, e também pode ser acessado da sua plataforma online tvshowtime.com. Prontos para amar séries em um outro nível? Espero que tenham gostado dessa dica e, se usarem o aplicativo, não esqueçam de deixar nos comentários o que acharam, ok?

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