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Tudo sobre: Representatividade

Porque precisamos de mais livros com personagens trans

Débora Costa
29 de julho de 2017 29/07/2017 3 Comentários

Porque precisamos de mais livros com personagens trans

Apenas Uma Garota, de Meredith Russo, era o livro que o mercado brasileiro mais estava precisando no momento, principalmente agora que o diálogo sobre diversidade e identidade de gênero estão cada vez mais fortes. O livro foi lançado pela editora Intríseca em Junho deste ano e conta a história de Amanda Hardy, a nossa primeira protagonista trans.

Foi pensando na importancia desse livro que eu resolvi me aprofundar mais no assunto e acabei me deparando com esse texto escrito pela própria Meredith Russo, sobre a necessidade que nós temos de expandir o diálogo sobre transgeneros e eu não poderia fazer outra coisa se não trazer esse texto para o blog e abrir esse diálogo com vocês.


A representatividade negra na literatura e como ela apareceu para mim

Rafaela Rodrigues
02 de julho de 2017 02/07/2017 10 Comentários

A representatividade negra na literatura e como ela apareceu para mim

Minha mãe diz que eu aprendi a ler bem cedo, e que minha primeira Bienal do Livro foi lá pelos meus dois, três anos de idade. Dali em diante eu nunca mais abri mão da presença de livros na minha vida. Cresci como leitora voraz, e me lembro que desaparecia por horas durante uma leitura e outra, tudo porque escolhia lugares como o cantinho do sofá na sala, na certeza de que, se eu ficasse ali quietinha, poderia ler sem ser incomodada. Hoje, aos 23 anos, a única diferença é que eu preciso me planejar bem se quiser ler algo tranquilamente, já que tem as leituras da faculdade (onde eu preciso ler mais e mais livros, já que, para a surpresa de absolutamente ninguém, eu fui parar em Letras!) e os horários apertados entre aulas e deslocamento.

Eu realmente sempre fui apaixonada por livros e sei bem que vocês me entendem quando digo que, normalmente, a primeira coisa que notamos numa leitura é como os personagens nos agradam ou se parecem com a gente, e como algumas de suas ações ou características criam aquela sensação de identificação. Essa ligação com personagens é ótima, mas quando se é uma criança negra – que foi o meu caso – e percebe que todas as princesas tem o cabelo liso e brilhante e peles alvas como a neve e bochechas rosadinhas, isso pode ser um pouco incômodo: um gênero literário como o infantil, que é tão cheio de princesas, mas que não possui uma sequer com o cabelo enroladinho e a pele preta.


Débora Costa

Débora Costa

Geminiana. Escritora de romances nas horas vagas, mas viciada em séries no dia a dia. Publicitária hiperativa de 9h às 18h. Tem Oasis em todas as suas trilhas sonoras literárias. Prefere o Goodreads ao Skoob. A maluca dos romances de época que ainda vai escrever um livro sobre viagem no tempo.

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