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Cinema 27mar • 2017

Saiu o primeiro teaser de Death Note!

Gente, a Netflix não dá uma folga pra gente! A estréia de Punho de Ferro não tem nem uma semana, e ela já liberou o primeiro teaser da adaptação de Death Note pra encher a gente de ansiedade. O trailer do filme, que tem estréia prevista para 25 de agosto, já passa muito bem o clima de mistério e suspense que lembra bastante o anime. Já estamos louco de vontade de assistir o filme!

Death Note é baseado na série de mangá de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata. O filme conta a história de Light Turner (Nat Wolff), um jovem que encontra um caderno sobrenatural que lhe dá o poder de matar qualquer pessoa simplesmente escrevendo seu nome nas páginas. Light decide usar o caderno para matar criminosos e mudar o mundo.

Confira o Teaser:

Notícias 09set • 2016

Eita, Shailene Woodley não estara na série pra TV de Divergente

shaileneAlgum tempo atrás, nós noticiamos aqui no La Oliphant que os estúdios Lionsgate tinha planos de concluir a série de filmes Divergente na TV, e não no cinema, na forma de um filme pra TV e de uma série spin off. O site de notícias Variety salientou que o filme concluiria a história de Tris, Quatro e dos personagens que já conhecemos e a série introduziria um novo grupo de personagens, e disse que não tinha informação se a protagonista Shailene Woodley faria parte desse novo projeto.

Bom, agora temos uma resposta. Em uma entrevista ao site Screen Rant, Shailene disse que “não está necessariamente interessada em fazer uma série de TV”. Ela disse que respeita que os estúdios tenham mudado de ideia sobre a direção do projeto, mas que ela não queria participar de um projeto pra TV. O ator Miles Teler, que interpreta Peter nos filmes, foi entrevistado pelo Hollywood Reporter e não confirmou nem negou sua participação na série.

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Vale ressaltar que Shailene negou participar da série, não do filme. Considerando que a série seria uma spin off com personagens novos (e levando em conta os acontecimentos do ultimo livro da série Divergente) não é surpreendente que ela não faça parte do elenco da série.

A série Divergente é baseada na trilogia de mesmo nome criada por Veronica Roth. Os livros contam a história de uma sociedade que é dividida em facções, baseadas nos traços mais dominantes das personalidades das pessoas. Os dois primeiros filmes da série, Divergente e Insurgente, foram sucesso de bilheteria, mas o terceiro, Convergente, acabou decepcionando.

Fonte: Screen Rant

Notícias 20jul • 2016

Série Divergente Será Concluída Na Televisão

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Notícia tensa pros fãs da série Divergente. O site da revista de entretenimento americana Variety divulgou nessa quarta feira, 20 de Julho, que o último filme da saga baseada na trilogia de Veronica Roth não será exibido nos cinemas. Ao invés disso, a conclusão da série será feita na forma de um filme pra TV, e de uma série spin-off, que seria exibida ou em um canal de televisão, ou em um serviço de streaming como a Netflix, indica um fonte próxima aos estúdios Liongate.

A notícia segue explicando que as gravações do último filme, até então intitulado A Série Divergente: Ascendente, seriam iniciadas durante o verão americano (ou seja, nos meses de Junho, Julho, e Agosto), e que o filme tinha estreia prevista para Julho de 2017. Mas a bilheteria desapontadora to terceiro filme da saga, Convergente, levou o estúdio a repensar a estratégia.

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Se a notícia se tornar realidade, o filme iria concluir a história dos personagens originais, Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James), Caleb (Ansel Elgort), entre outros, e a série spin-off apresentaria um novo grupo de personagens, que continuaria a história do mundo pós-apocalíptico criado por Veronica Roth. Variety acrescenta que o estúdio ainda não ofereceu a proposta para nenhuma emissora de TV.

A série Divergente é baseada na trilogia de mesmo nome criada por Veronica Roth. Os livros contam a história de uma sociedade que é dividida em facções, baseadas nos traços mais dominantes das personalidades das pessoas. Os dois primeiros filmes da série, Divergente e Insurgente, foram sucesso de bilheteria.

Fonte: Variety

Cinema 24abr • 2016

O que deu errado em Percy Jackson e os Olimpianos

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No final do mês passado, eu postei aqui no blog uma lista de adaptações literárias que eu considero como fracassos. Quando eu disse “fracasso”, me referia mais ao quesito bilheteria e a opinião dos críticos, mas é claro que o meu gosto pessoal acabou influenciando a lista, afinal eu sou fã dos livros que serviram de base pros filmes, e é chato você ver uma história que você gosta ser transformada num filme que não te agrada.

Pensando nisso, e depois de uma conversa com a Débora, surgiu a ideia de começar uma nova coluna aqui no blog, com o objetivo de observar o que exatamente os filmes fizeram que não agradaram aos fãs (mais especificamente, a mim, já que sou que estou escrevendo), e o que nós faríamos de diferente.  E eu achei que pra começar, seria legal falar de um das adaptações que mais me decepcionou: Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios.

Então, pra manter tudo bem organizado, vamos fazer o seguinte: Eu vou apontar o que eu considero um ponto fraco no filme, e dar uma ideia de como eu faria diferente. (Apesar de que se eu for listar tudo o que eu não gosto nesse filme, ia ter um mês inteiro só de posts sobre isso)

Bom, sem mais delongas, vamos começar:

1 – A Idade dos Personagens.

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O problema: Eu falei no post sobre adaptações fracassadas que gosto do Logan Lerman como Percy, e realmente gosto da atuação dele. Mas uma das coisas que mais me chatearam com o filme é o fato de que Percy, Anabeth e outros personagens são mais velhos do que eram nos livros. Pra quem não sabe, no primeiro livro da série, Percy tem 12 anos de idade, e cada livro se passa em um ano da vida dele, ou seja, ele termina a série com 16 anos.

Nos livros, isso permite que o leitor acompanhe o crescimento e amadurecimento de Percy e dos outros personagens através dos anos, o que torna a jornada do personagem mais significativa. Alem disso, as situações pelas quais ele passa parecem mais perigosas quando acontecem com um garoto tão novo. No filme, Percy já tem 17 anos, o que diminui um pouco aquele fator de perigo, já que ele parece mais capaz de enfrentar as ameaças que encontra.

O que eu faria diferente: Meio obvio, né? Manter as idades dos personagens igual as dos livros. Existem muitos atores mirins que poderiam fazer um ótimo trabalho com um personagem como Percy. Por exemplo, se fossemos fazer esse casting em 2010, quando o primeiro filme foi lançado, os atores Dylan Sprayberry (Teen Wolf, O Homem de Aço) e Nick Robinson (Jurassic World, A 5ª Onda) poderiam ter interpretado Percy. Ou se formos pensar em um possível reboot, David Mazouz (Gotham, Touch) e Levi Miller (Peter Pan) são jovens atores com potencial para esse tipo de papel.

2 – Mudanças Demais na História

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O problema: Reclamar que o filme é diferente do livro chega a ser ridículo, afinal é claro que certas cenas e elementos do livro não vão funcionar da mesma forma na página e no cinema. Mas, no mínimo, o filme deveria manter a base da história do livro, já que é isso que direciona os personagens ao longo da história.

No filme, muitas mudanças, mas tipo muitas mesmo, são feitas. O papel do Hades na história, o fato de que os meio-sangues usam tecnologia, as cenas no Cassino Lotus, o fato de que a Névoa nunca é nem mencionada, etc. Eu entendo que mudanças são necessárias quando se está adaptando um livro pro cinema, mas chega a um ponto em que fica difícil de associar o filme com o livro, sabe?

O que eu faria diferente: É difícil dizer de que  a culpa nessa questão, se é do diretor, do roteirista ou dos produtores. Eu vou arriscar e dizer que não é do diretor, já que considero o Chris Columbus um diretor bastante competente, principalmente com os primeiros filmes da série Harry Potter. Então vamos focar no roteirista, Craig Titley. Eu substituiria ele por algum outro roteirista, por exemplo pela dupla de Christopher Markus e Stephen McFeely, roteiristas da série de filmes As Crônicas de Narnia e dos filmes do Capitão America.

3 – Cenas Completamente Desnecessárias

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O problema: Emendando com o problema acima, o filme tem algumas cenas que são simplesmente dispensáveis. O maior exemplo disso é tudo o que acontece dentro do Cassino Lotus. Alguém, pelo amor de Deus, me explica porque causa, motivo, razão ou circunstancia o Grover tem uma cena de dança no filme? Pra quê? Por quê? HEIN??????

Eu não tenho dúvidas que isso é culpa de algum produtor que queria que o filme fosse mais “divertido” e mais voltado para o público infantil. E na cabeça de Hollywood isso é sinônimo de um sátiro dançando Lady GaGa… Sério, me mata.

O que eu faria diferente: JOGARIA ESSAS PÁGINAS DO ROTEIRO NO LIXO E TACARIA FOGO. E depois incluiria cenas mais focadas nos personagens e no desenvolvimento emocional deles. Assim, o público se aproxima mais dos personagens e se interessa mais no que acontece com eles.

Bom, no geral , é isso. Claro que é fácil apontar os problemas depois que o filme já foi concluido e lançado, mas eu acho que esse tipo de coisa pode ser resolvida ainda nas primeiras etapas da produção. Eu espero de verdade que, no futuro, aconteça um reboot de Percy Jackson, talvez como uma série da Netfix, por exemplo. E, quem sabe, até uma adaptação da série Percy Jackson e os Heróis do Olimpo.

E aí, de qual filme a gente deve falar numa próxima vez? Deixem as soluções aqui nos comentários!

Literaría 20mar • 2016

Distopias no Cinema

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Mais um dia, mais um post sobre distopias aqui no La Oliphant! E dessa vez, decidimos trazer pra vocês uma lista de filmes que exploram universos distópicos. Resolvemos nos limitar a apenas 5 filmes porque existem muitos, muitos mesmo filmes nesse gênero, sabe?

E pra deixar bem claro, decidimos também não incluir filmes que foram baseados em livros, porque não queriamos ficar naquela mesmice de Jogos Vorazes, Divergente, Maze Runner, etc. Afinal de contas, nem só de livros vive o gênero de distopias, né? Né.

Bom, então, sem mais delongas, vamos começar a lista:

1 – O Preço do Amanhã

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Começando com o mais recentes dos filmes, O Preço do Amanhã, dirigido por Andrew Niccol e lançado em 2011. Estrelado por Justin Timberlake e Amanda Seyfried, o filme se passa num futuro em que as pessoas param de envelhecer quando atingem 25 anos, e morrem no ano seguinte. Para a parcela mais rica da população, é possível comprar mais anos. O personagem do Justin Timberlake, Will Salas, é acusado de assassinato e começa uma fuga das autoridades, levando a personagem de Amanda Seyfried, como refém.

O filme não é tão icônico quanto os outros nessa lista, afinal ainda é muito recente. Mas é uma ideia bastante original executada com bastante atenção aos detalhes. Tenho certeza que, com o passar dos anos, O Preço do Amanha vai ser lembrado como um filme importante no gênero distópico.

2 – A Ilha

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A Ilha, dirigido por Michael Bay, e estrelado por Ewan McGregor e Scarlett Johansson, é uma distopia sci-fi lançada em 2005. O filme se passa num futuro (mais especificamente em 2019), em que clones de pessoas ricas e influentes são mantidos isolados, para servirem como um banco de orgãos. O personagem de Ewan McGregor, Lincoln Six Echo, decide escapar da estrutura onde os clones são mantidos e leva consigo a personagen de Scarlett Johansson, Jordan Two Delta.

O filme foi alvo de uma grande controvérsia quando os criadores do filme B de 1979, Romance ou Pesadelo, originalmente intitulado Parts: The Clonus Horror processaram o estúdio, já que o enredo dos dois filmes é praticamente idêntico. O processo foi resolvido fora dos tribunais, e os estúdios Dreamworks acabou pagando aos criadores de Parts uma quantia não divulgada.

3 – Os 12 Macacos

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Os 12 Macacos é um filme de ficção científica dirigido por Terry Gilliam, lançado em 1995. No filme, um prisioneiro, interpretado por Bruce Willis, é mandando de volta no tempo para reunir informações sobre o vírus que matou a maior parte da população do planeta.

O filme fez bastante sucesso, tanto com o público, como com a crítica. Em 2013, o canal americano Syfy anunciou que estariam produzingo uma adaptação do filme, também intitulada 12 Monkeys. A série teve sua estréia em janeiro de 2015 e em março do mesmo ano foi renovada para uma segunda temporada.

2 – Mad Max

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Mad Max é uma série de filmes pós-apocalípticos, criada pelo diretor australiano George Miller. A série, composta pelos filmes Mad Max, Mad Max 2: A Caçada Continua, Mad Max: Além da Cúpula do Trovão, e Mad Max: Estrada da Fúria, seguem o personagem Max Rockatansky, (interpretado por Mel Gibson nos 3 primeiros filmes, e por Tom Hardy em Estrada da Fúria) e sua jornada por um mundo devastado por guerras e desastres naturais.

A série é considerada uma das mais influentes do gênero, e já foi citada por vários diretores como Guillermo Del Toro, David Fincher e James Cameron como sendo uma grande influencia em suas carreiras. O quarto filme da série, Mad Max: Estrada da Fúria foi muito elogiado pelos críticos e ganhou 6 estatuetas no Oscars 2015.

1 – Matrix

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E fechando a lista, é claro, a série Matrix! A série de filmes criada pelas Irmãs Wachowski (sim, irmãs) é provavelmente a mais conhecida entre o gênero de distopias sci-fi. Centrado em um futuro em que os humanos são dominados por maquinas, através de uma realidade simulada, chamada de Matrix. O protagonista Neo (interpretado por Keanu Reeves) é um hacker, que é convocado a se juntar a uma rebelião contra as máquinas.

A série foi, e continua sendo uma das mais icônicas quando se trata de distopia sci-fi. Além disso, os filmes serviram para estabelecerem as irmãs Wachowski como os grandes nomes que são hoje. Depois de concluírem a trilogia, elas tambem escreveram filmes como V de Vingança, A Viagem e a série original do Netflix, Sense8.

Então, é isso. Esses são alguns filmes que nós achamos importante destacar entre os vários desse gênero. Continuem acompanhando aqui no La Oliphant os outros post desse especial, até o final do mês!

Cinema 18abr • 2015

Insurgente

Insurgente

Depois da onda de romances sobrenaturais (Crepúsculo, Vampire Diaries, True Blood, etc), a próxima grande onda de adaptações literárias foi, sem dúvida, a de distopias. O maior sucesso foi, é claro, a série Jogos Vorazes, e logo depois, outras obras também foram levadas para o cinema.

No mesmo ano, tivemos nada menos que 4 filmes baseados em livros distópicos nos cinemas. Além do terceiro filme da série Jogos Vorazes, A Esperança – Parte 1, contamos também com O Doador de Memórias, Maze Runner: Correr Ou Morrer, e Divergente, esse ultimo que também se mostrou um grande sucesso, rendendo milhões de dólares em bilheteria e levando o estúdio a produzir uma sequencia, que estreou agora em 2015, além do anuncio de que o ultimo livro seria divido em 2 filmes (Que surpresa, né?).

Divergente sempre foi bastante comparado com Jogos Vorazes, e as duas séries compartilham de algum elementos em comum, como a divisão da população em grupos, o tom revolucionário, e o fato de ambas as protagonistas serem garotas adolescentes. As comparações ficaram ainda mais gritantes depois da estréia de Divergente, afinal, o tom e visual do filme eram bastante similares ao que Jogos Vorazes vez, 2 anos antes.

Deixando as comparações de lado, A Série Divergente: Insurgente teve sua estreia em Abril de 2015, e, até o presente momento, já rendeu mais de 100 milhões de dólares de bilheteria. Após assistir o filme, devo admitir estar decepcionado.

Pra explicar melhor meu desgosto com o filme, vamos olhar os pontos positivos e negativos:

Positivo: As cenas de luta

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As cenas de luta foram muito legais, melhores do que no primeiro filme. É possível ver claramente como Tris (interpretada por Shailene Woodley) se tornou uma lutadora capaz e habilidosa, deixando pra trás a iniciante fraca do primeiro filme. Quatro (interpretado por Theo James) continua badass como sempre.

Negativo: Os efeitos visuais

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Infelizmente, os efeitos visuais do filme não foram dos melhores. Diversas vezes, as cenas ficavam poluídas demais, principalmente nas cenas de simulação,ou de sonhos. Ao que me parece, os efeitos foram produzidos levando em conta o elemento 3d do filme, mas o resultado ficou um tanto quanto video game demais.

Negativo: O roteiro

Insurgente

Uma reclamação frequente entre os fãs de livros que são adaptados é que o filme não se manteve fiel à estória do livro. Os roteiristas de Insurgente aparentemente decidiram ignorar completamente o enredo do livro, e escreveram uma versão toda nova. Decepcionante.

Positivo: Os personagens

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Apesar da falta de nexo do roteiro, os personagens não ficaram tão ruins assim. Caleb, Peter e Uriah (interpretados, respectivamente por Ansel Elgort, Miles Teller e Keiynan Lonsdale) foram os meus favoritos. Só achei estranho que outros personagens importantes da série foram totalmente esquecidos pelo fime (Christina quem? Marcus quem? Tori quem?).

Pra concluir, Insurgente é um exemplo perfeito do tipo de adaptação que irrita os fãs. Sem nenhum cuidado com o enredo, escrito de forma preguiçosa e somente com a intenção de fazer dinheiro. Não é a pior adaptação que eu ja vi (*cough*Percy Jackson*cough*), mas está longe de ser uma das melhores.

Cinema 21mar • 2015

Cinquenta Tons de Cinza

Cinquenta Tons de Cinza

Diretora: Sam Taylor-Johnson
Gênero: Erótico, Drama, Romance
Lançamento: 2015
Nota: 2
Sinopse: Anastasia Steele (Dakota Johnson) é uma estudante de literatura de 21 anos, recatada e virgem. Uma dia ela deve entrevistar para o jornal da faculdade o poderoso magnata Christian Grey (Jamie Dornan). Nasce uma complexa relação entre ambos: com a descoberta amorosa e sexual, Anastasia conhece os prazeres do sadomasoquismo, tornando-se o objeto de submissão do sádico Grey.

Nos últimos anos, poucas séries literárias levantaram tanta controvérsia quanto a trilogia Cinquenta Tons de Cinza. Além do conteúdo erótico da série, muito se falou sobre a natureza do relacionamento dos personagens principais, Anastacia e Christian, e sobre a origem da historia, originalmente uma fanfic da Saga Crepúsculo, de Stephenie Meyer.
Apesar de todas as críticas, Cinquenta Tons de Cinza conseguiu reunir uma fanbase impressionante, e logicamente, logo foi anunciada uma adaptação cinematográfica. O processo de produção do filme foi tão conturbado quando o do livro. Inúmeras mudanças de elenco, vários protestos de grupos de apoio a mulheres, e supostas brigas entre a autora e a diretora do filme.

Por fim, o filme finamente chegou aos cinemas em Fevereiro de 2015. Após assistir ao filme, levantei as seguintes conclusões:

1 – As cenas de sexo

O filme tratou as cenas com muita classe. As sessões de sexo de Ana e Christian são bem feitas, e, pra minha surpresa, menos violentas do que no livro. Em certos momentos, Ana expressa desconforto com a “atividade” e Christian interrompe o ato, sendo que no livro, ele a ignora.

2 – Os personagens

O romance entre Ana e Christian é ainda mais forçado do que no livro. Os protagonistas (interpretados por Jamie Dornan e Dakota Blue Richards) não tem nenhuma química. Ana passa o filme inteiro murmurando suas falas e mordendo os lábios, fica quase impossível de compreender o que ela fala. Christian é só um pouco melhor, mas seu personagem ainda é bastante vazio.

3 – O Roteiro

Eu não entrei nesse filme com esperança de ser surpreendido pelo roteiro, afinal, não gosto do material original. E
realmente, não me surpreendeu. Fraco, apressado, com diálogos rígidos e impessoais. Eu saí do filme não me lembrando de nada sobre os personagens, fora o fato de que eles passam quase metade do filme transando.

Pra concluir, eu sabia que Cinquenta Tons de Cinza ia me decepcionar. Acho que o fato de que eu detesto os livros deve ter contribuído para o meu desgosto. Aponto de forma positiva a trilha sonora, que é ótima, e o tratamento das cenas de sexo. Como adaptação, se mantem fiel ao filme, não só em relação ao enredo, mas também na falta de qualidade. Sem dúvida, um dos piores filmes que vi atualmente.

Cinema 22fev • 2015

Wishlist de Adaptações #5: Leviatã, por Scott Westerfeld

Finalmente, chegamos ao fim da nossa Wishlist! Pra fechar a lista, trago uma das minhas séries favoritas, de um dos meus autores favoritos.

1 – Leviatã: A Missão Secreta – Scott Westerfeld

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Leviatã: A Missão Secreta

Scott Westerfeld

Editora:  Galera

Ano de Publicação: 2012

Número de Páginas:  368

Código ISBN: 9788501097583

Nota:

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Sinopse: Em lados opostos, os mekanistas – na história, os alemães – lutam com robôs movidos a combustível, como o gigante Stormwalker, enquanto os darwinistas – ingleses – usam imensos animais geneticamente fabricados, especialmente adaptados para a batalha; entre eles, o Leviatã.
Alek Ferdinand, príncipe do império austro-húngaro está sem saída. Perdeu seu título e o apoio do povo, restando apenas um imenso ciclope mecânico e um grupo leal de homens. Por outro lado, Deryn Sharp é uma jovem plebeia que se disfarça de homem para ingressar na Força Aérea Britânica. Os caminhos dela e de Alek se cruzarão de maneira inesperada, levando-os a bordo do Leviatã para uma viagem que mudará suas vidas.

Leviatã é o primeiro livro da série de mesmo nome, que conta as aventuras de Deryn Sharp, uma jovem que se disfarça de homem para servir na Força Aérea, e Alek Ferdinand, príncipe exilado do império austro-húngaro, durante uma versão muito louca da Primeira Guerra Mundial.

Pra acompanhar a história incrível de Scott Westerfeld, o livro ainda trás as ilustrações maravilhosas do artista Keith Thompson.

Como dá pra ver pela ilustração, Leviatã poderia ser um filme deslumbrante. Rico em detalhes, e cheio de engenhocas steam punk bem loucas.

Diretores: Andy e Lana Wachowski

Andy e Lana Wachowski já estão mais que acostumados com filmes de fantasia visualmente ricos. Conhecidos pela trilogia Matrix e pelo mais recente O Destino de Júpiter. Seria interessante vê-los contar uma história com fundamento histórico. O filme também poderia contar com a produção de Steven Spielberg.

Elenco

Deryn Sharp: Dakota Blue Richards. Conhecida pela série británica Skins, Dakota já tem experiencia com papeis andrôgenos.

Alek Ferdinand: Israel Broussard. Conhecido pelo drama The Bling Ring, Israel é um ator em asenção e poderia encarar muito bem o papel de Alek.

Dra. Nora Barlow: Eva Green. Conhecida pelo filme Casino Royale e pela série Salem, Eva Green é perfeita para o papel da cientista.

Leviatã é uma história cheia de adrenalina e de maquinas impressionantes. Seria um filme ideal para iniciar mais uma trilogia de adaptações literárias.

E vocês, quais livros gostariam de ver como filmes?

Cinema 21jan • 2015

Wishlist de Adaptações #4: O Circo da Noite

O circo chega sem aviso. Nenhum anúncio o precede, nenhum cartaz em postes ou outdoor, nenhuma menção ou propaganda nos jornais locais. Simplesmente está lá, quando ontem não estava.

Continuando a wishlist, temos um livro que eu vivo recomendando pra Deus e o mundo. Na verdade, é sem dúvida, meu livro favorito.

2 – O Circo da Noite – Erin Morgenstern

O Circo da Noite

O Circo da Noite

Erin Morgenstern

Editora: Intrinseca

Ano de Publicação: 2011

Número de Páginas:  368

Código ISBN: 9788580571608

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Sinopse: Sob suas tendas listradas de preto e branco uma experiência única está prestes a ser revelada: um banquete para os sentidos, um lugar no qual é possível se perder em um Labirinto de Nuvens, vagar por um exuberante Jardim de Gelo, assistir maravilhado a uma contorcionista tatuada se dobrar até caber em uma pequena caixa de vidro ou deixar-se envolver pelos deliciosos aromas de caramelo e canela que pairam no ar.

Por trás de todos os truques e encantos, porém, uma feroz competição está em andamento: um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, treinados desde a infância para participar de um duelo ao qual apenas um deles sobreviverá.

À medida que o circo viaja pelo mundo, as façanhas de magia ganham novos e fantásticos contornos. Celia e Marco, porém, encaram tudo como uma maravilhosa parceria. Inocentes, mergulham de cabeça num amor profundo, mágico e apaixonado, que faz as luzes cintilarem e o ambiente esquentar cada vez que suas mãos se tocam.

Mas o jogo tem que continuar, e o destino de todos os envolvidos, do extraordinário elenco circense à plateia, está, assim como os acrobatas acima deles, na corda bamba.

O primeiro, e até agora único, livro da autora Erin Morgenstern, O Circo da Noite é o tipo de livro que fica com você, tempo depois de você ter acabado de ler.

A história é muio envolvente, os personagens são tão complexos e multi facetados que parece que você está lendo sobre pessoas que realmente existem. Erin Morgenstern escreve como se estivesse pintando um quadro, expressando cada detalhe tão artisticamente que você consegue enxergar até a mais minuscula parte desse misterioso circo. Uma adaptação dessa história seria de tirar o fólego.

Diretor: Tim Burton

Um pouco obvio, mas com uma historia centrada em um circo preto e branco, Tim Burton parece uma escolha ideal para essa adaptação. Eu tambem recomendaria Guillermo Del Toro como produtor, afinal quem já viu O Labirinto do Fauno sabe que ele consegue criar elementos visuais maravilhosos para seus filmes.

Elenco

O livro tem muitos personagens de destaque, mas para evitar a fadiga, vou falar apenas dos dois protagonistas.

Marco: Douglas Booth. Conhecido pelos filmes Lola e Noé. Douglas se encaixa perfeitamente na descrição do personagem e já provou ser um ator de talento.

Celia: Georgie Henley. Conhecida pelas adaptações de As Crônicas de Narnia. Georgie é uma ótima atriz e seria incrível no papel de Celia.

Bailey: Bill Milner. Conhecido por uma rápida participação em X-Men: Primeira Classe, Bill é um jovem ator em assenção. O papel de Bailey poderia sedimentar sua carreira ainda mais.

Eu sou suspeito pra falar, mas esse livro precisa de uma adaptação pro cinema. Só de imaginar ver o circo em uma tela grande, eu já fico com falta de ar. Por favor Hollywood, providencia essa aí!

E vocês, quais livros gostariam de ver como filmes?

Cinema 02jan • 2015

Wishlist de Adaptações #3: Jogador Número 1

Feliz 2015, pessoal!
Dando continuidade à wishlist, trago hoje um dos meus top 3 livros favoritos.
Já existem boatos dessa adaptações, mas pra ser sincero, alguns detalhes que já foram anunciados me deixaram insatisfeito.

3 – Jogador Número 1 – Ernest Cline

Jogador Número 1

Jogador Número 1

Ernest Cline

Editora: LEYA

Ano de Publicação: 2012

Número de Páginas: 464

Código ISBN:  9788580442687

Nota:

Comprar: Submarino | Livraria Cultura | Livraria Saraiva

Sinopse: Um mundo em jogo, a busca pelo grande prêmio.Você está preparado? O ano é 2044, e o mundo real está numa terrível situação!

Como a maioria das pessoas, Wade Watts escapa de sua desanimadora realidade passando horas e horas conectado ao Oasis, que é uma utopia virtual que permite a seus usuários ser o que eles quiserem, um lugar onde você pode viver e se apaixonar em qualquer um de seus milhares de planetas.

E, como a maioria da humanidade, Wade sonha em encontrar o grande prêmio que está escondido nesse mundo virtual. Em algum lugar desse playground gigante, o criador do Oasis escondeu uma série de enigmas que premiará com uma enorme fortuna e um poder muito grande aquele que conseguir desvendá-los.

Durante anos, milhões de pessoas tentaram, sem sucesso, encontrar esse prêmio, sabendo apenas que os enigmas de Halliday se baseiam na cultura pop da época que ele adorava: o fim do século XX. E, durante anos nessa busca, milhões descobriram outra válvula de escape, estudando de modo obsessivo os símbolos de Halliday. Como muitas pessoas, ele discute os detalhes da obra de John Hughes, joga Pac-Man e canta as músicas do Devo enquanto ganha terreno no Oasis, assim encontrando o primeiro desafio.

De repente, o mundo todo se volta para acompanhar seus passos, e milhares de competidores se unem na busca, entre eles, jogadores poderosos e dispostos a cometer assassinatos para tirar Wade do caminho. Agora, a única maneira de Wade sobreviver e proteger tudo que ele conhece é vencer, mas para isso, talvez tenha que deixar para trás sua perfeita existência virtual e encarar a vida e o amor no mundo real do qual ele sempre fugiu desesperadamente.

O livro é escrito por Ernest Cline, que além de autor, também é roteirista de cinema. O livro é totalmente recheado de referências à cultura pop dos anos 80, indo de Star Wars, até Ghost Busters. O enredo é repleto de ação e adrenalina, e os personagens são todos muito interessantes. Existem problemas quanto a possibilidade de um filme, pois como o livro é repleto de refêrencias a outros filmes e games, os direitos autorais são praticamente impossíveis de conseguir. Pelo que parece, a Warner Bros. foi quem comprou os direitos de adaptação, e eles tem um catálogo bastante extenso de filmes. Mesmo que não tenhamos exatamente as mesmas referencias, acredito que a sensação de nerdgasm que o livro passou, possa ser representada em um filme.

Dizem por aí na internet que o diretor que está sendo considerado para esse projeto é Christopher Nolan, conhecido pela Trilogia The Dark Knight. Como todo bom nerd, eu sou muito fã dos filmes de Nolan, mas não acho que ele seja ideal para essa adaptação. Minha escolha seria outra.

Diretor: Edgar Wright

Conhecido pela Trilogia Cornetto, Edgar Wright também é roteirista, produtor e ator. Após assistir Scott Pilgrim vs. The World e Attack The Block, ambas produções dele, não tenho dúvidas que ele seria perfeito pra trazer o Oasis pras telas, principalmente Scott Pilgrim, por também ser repleto de referências.

Elenco

Esse é um caso especial, quando se trata do elenco. Já que a maior parte da historia se passa num mundo virtual, cada personagem tem também sua versão dentro do Oasis. Então, vou escolher somente a versão virtual de cada um dos personagens pois mencionar suas aparências no mundo real acabaria por revelar alguns spoilers.

Parzival: Jean-Luc Bilodeau. Conhecido pelas séries Kyle XY e Baby Daddy. Jean-Luc se encaixa na descrição do personagem e parece que consegue encarar as cenas de ação.

Art3mis: Grace Phipps. Conhecida pelas séries The Vampire Diaries e The Nine Lives of Chloe King. Grace é uma atriz de talento e se encaixa bem na descrição de Art3mis.

Aech: Lucien Laviscount. Conhecido por Supernatural: Bloodlines, a quase spin off de Supernatural. Lucien ainda é bem desconhecido pelo grande público e seria ótimo no papel de Aech.

Como foi escrito por um roteirista de cinema ,Jogador Número 1 já tem uma sensação bastante cinematográfica. Apesar dos problemas com direitos autorais e possíveis mudanças na historia, acredito que esse filme seria simplesmente épico.

E vocês, quais livros gostariam de ver como filmes?

Cinema 23dez • 2014

Wishlist de Adaptações #2: A Ilha dos Dissidentes

Continuando a lista de adaptações que eu ainda quero ver, escolhi um livro de um gênero muito negligenciado no Brasil, tanto na literatura como no cinema: ficção cientifica.

Depois de  Jogos Vorazes, as distopias se tornaram a nova moda na literatura, e como sempre, o cinema estava logo atrás. Divergente, Maze Runner, O Doador de Memórias, entre outros. Apesar de todo esse sucesso, a quantidade de distopias brasileiras ainda é baixa.

Por esse motivo, decidi escolher um livro que, na minha opinião, poderia ser um começo de uma nova onda de historias na literatura nacional.

4 – A Ilha dos Dissidentes – Bárbara Morais

A Ilha dos Dissidentes

A Ilha dos Dissidentes

Bárbara Morais

Editora: Gutemberg

Ano de Publicação: 2013

Número de Páginas: 306

Código ISBN:  9788582350751

Nota:

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Sinopse: Sybil é uma órfã de 16 anos, que nasceu em uma zona de conflito em uma região muito pobre da União, um dos dois grandes países em que o planeta está dividido, e no qual habita a humanidade em um futuro distante. A bordo do navio que sofre um terrível naufrágio, no qual morrem milhares de pessoas, a jovem é, estranhamente, a única sobrevivente. Testes revelam que ela tem uma mutação genética que a faz ter a capacidade de respirar embaixo d¿água. Na realidade, ela descobre fazer parte dos anômalos, um grupo de mutantes com habilidades sobre-humanas que surgiram na população como resultado de guerras nucleares e tempestades solares. A sociedade, porém, conflituosa e preconceituosa, considera-os como aberrações e eles são obrigados a viver isolados.

Quando a capacidade de Sybil é confirmada, ela é levada para viver com uma família adotiva em uma imensa cidade especial para mutantes. Com uma vida melhor que antes, novos amigos e uma escola onde desenvolver suas habilidades, logo se vê obrigada a retribuir tudo o que recebeu. O governo a convoca, junto com um grupo de outros jovens, para uma missão especial e confidencial, em uma ilha, em que será obrigada a usar suas capacidades para permanecer viva. Ela descobre, porém, que ser uma anômala é bem mais perigoso do que imaginava, e que está presa em uma intrincada engrenagem muito maior, da qual precisará escapar se quiser viver com liberdade.

Eu ouvi falar do livro antes da Bienal do Rio de 2013, e ele imediatamente entrou pra minha lista. Eu sou viciado em ficção cientifica e é praticamente impossível achar historias assim escritas por autores brasileiros. O livro é muito bom, a historia é envolvente, os personagens são distintos e fáceis de gostar. No geral, dos livros que li no ano passado, é um dos meus favoritos.

Diretor: Marcus Alqueres

Esse foi difícil de escolher. Como eu já disse, o cinema nacional está carente por filmes de ficção cientifica. Então decidi escolher um diretor independente.

Marcus Alqueres é um diretor e especialista em efeitos especiais brasileiro-canadense. Eu fiquei sabendo dele pelo curta The Flying Man, e eu fiquei muito impressionado. O estilo visual do curta não ficou devendo em nada para as produções cinematográficas de atualmente, e ele faria um otimo trabalho com um orçamento de uma produção maior.

Elenco

Na minha opinião, o filme deveria ser feito com atores iniciantes, que ainda não tiveram a chance de ser descobertos. Mas só pra dar um apoio visual, escolhi alguns atores que já são profissionais. Durante essa pesquisa, me dei conta de que não conheço praticamente nenhum ator brasileiro.

Sybil: Laura Neiva. Conhecida pelo curta À Deriva, pelo filme E Aí…Comeu? e pelas produções globais Saramandaia e O Rebu. Laura já tem experiencia como atriz e encararia facilmente um papel como esse.

Andrei: Chay Suede. Conhecido pelo programa Ídolos e pelas novelas Rebeldes e Império. Chay já se mostrou competente como ator e atrairia um público jovem para o filme.

Leon: Antônio Carlos Gomes. Mais conhecido Mussunzinho, já atuou em diversas novelas da Rede Globo, mais recentemente em Salve Jorge e Malhação. Participar de uma série de filmes seria uma forma dele se solidificar como ator no cinema nacional.

A Ilha dos Dissidentes poderia ser um começo de uma nova fase no cinema nacional, valorizando as historias fantásticas ou futurísticas que nós leitores tanto amamos. Sinceramente, espero muito que isso aconteça.

E vocês, quais livros gostariam de ver como filmes?

Cinema 21dez • 2014

Wishlist de Adaptações #1: A Menina Mais Fria de Coldtown

Final do ano chegando, os filmes mais importantes já saíram e os do ano que vem ainda estão longe. Já que ainda não tive a chance de assistir A Esperança e não tenho muito que falar de Maze Runner, decidi fechar o ano com uma lista das 5 adaptações que ainda quero ver no cinema. Vou fazer uma resenha rápida do livro, explicando porque acho que ele merece um filme, sugerir um diretor e atores para os personagens principais.

Sem mais delongas, vamos começar:

5 – A Menina Mais Fria De Coldtown – Holly Black

A Menina Mais Fria de Coldtown

A Menina Mais Fria de Coldtown

Holly Black

Editora: Novo Conceito

Ano de Publicação: 2013

Número de Páginas: 480

Código ISBN:  9788581634036

Nota:

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Sinopse: No mundo de Tana existem cidades rodeadas por muros são as Coldtowns. Nelas, monstros que vivem no isolamento e seres humanos ocupam o mesmo espaço, em um decadente e sangrento embate entre predadores e presas. Depois que você ultrapassa os portões de uma Coldtown, nunca mais consegue sair.
Em uma manhã, depois de uma festa banal, Tana acorda rodeada por cadáveres. Os outros sobreviventes do massacre são o seu insuportavelmente doce ex-namorado que foi infectado e que, portanto, representa uma ameaça e um rapaz misterioso que carrega um segredo terrível. Atormentada e determinada, Tana entra em uma corrida contra o relógio para salvar o seu pequeno grupo com o único recurso que ela conhece: atravessando o coração perverso e luxuoso da própria Coldtown.
A Menina Mais Fria de Coldtown, da aclamada Holly Black, é uma história única sobre fúria e vingança, culpa e horror, amor e ódio.

Eu acabei de ler esse livro, e ele é, com certeza, um dos melhores que li esse ano. Me lembrou muito os livros de vampiro clássicos como as Crônicas Vampirescas de Anne Rice.  Nos últimos tempos, os vampiros meio que perderam a graça pra mim. Crepúsculo, The Vampire Diaries e True Blood modificaram tanto a mitologia dos vampiros que um livro como A Menina Mais Fria de Coldtown foi como um fôlego de ar fresco. Trouxe os vampiros de volta aquele tom que tinham na literatura clássica; Sedutores, mas ao mesmo tempo, grotescos. É realmente um livro maravilhoso, e daria um filme excelente. Nas mãos do diretor certo, traria o gênero de filmes de vampiro de volta a glória dos anos 80/90.

Diretora: Mary Harron

Mary Harron é conhecida por ter digirido a comédia/terror Psicopata Americano, mas o primeiro filme dela que eu vi foi Relação Mortal, lançado em 2011. O filme (também uma adaptação, de O Diário da Mariposa, de Rachel Klein) captura perfeitamente o ar gótico e misterioso que os vampiros costumavam carregar, antes do mundo conhecer a Saga Crepúsculo. Mary seria perfeita pra trazer o mundo de Coldtown pras telas.

Elenco

Adelaide Kane, Sam Claflin e Hunter Parrish

Tana: Adelaide Kane. Conhecida por séries como Teen Wolf e Reign, Adelaide tem experiencia com personagens de personalidade forte e decididas. Ela faria um ótimo trabalho como a protagonista Tana.

Gavriel: Sam Claflin. Conhecido como o Finnick de Jogos Vorazes, Sam Claflin já provou ser um ator de talento. Seria interessante vê-lo interpretar um personagem enigmático e perturbado como Gavriel.

Andrei: Hunter Parrish. Conhecido pela série Weeds e pelos filmes 17 Outra Vez, Hunter já mostrou um talento pra cenas de comedia que seria perfeito para Andrei, que traz o alivio cômico pela maior parte da história.

A Menina Mais Fria de Coldtown seria a receita perfeita pra trazer os vampiros de volta pros cinemas. A quantidade certa de sedução e glamour, sem perder o sangue e o terror.

Torço muito pra esse livro chegar as telas, porque eu sinto muita falta dos vampiros de antigamente.

Amanhã, a lista continua.

E vocês, quais livros gostariam de ver como filmes?

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