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Lançamentos 13fev • 2018

A continuação da história da Ada finalmente chegou!

A Guerra que Salvou a Minha Vida ganhou um lugar especial no coração dos leitores brasileiros. A história da pequena Ada — que, com seu irmão caçula, deixou para trás sua casa em Londres para escapar dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial — arrancou lágrimas, sorrisos e suspiros na mesma medida.

Com o coração repleto de esperança e afeto, a DarkSide® Books orgulhosamente apresenta A Guerra que me Ensinou a Viver, a emocionante continuação do livro de Kimberly Brubaker Bradley.
Após uma infância de maus-tratos, Ada finalmente recebe o cuidado que merece ao ter seu pé operado. Enquanto tenta se ajustar à sua nova realidade e superar os traumas do passado, ela se muda com Jamie, lady Thorton e Susan — agora sua guardiã legal — para um chalé em busca de um recomeço.

Com a guerra se intensificando lá fora, as adversidades batem à porta: o racionamento de alimentos é uma preocupante realidade, e os sacrifícios que todos devem fazer em nome do confronto partem corações e deixam cicatrizes. Outra questão é a chegada de Ruth, uma garota judia e alemã, que gera uma comoção no chalé. Seria ela uma espiã disfarçada? Ou uma aliada em meio à calamidade? Leia mais

Entrevistas 30abr • 2017

Entrevista com Kimberly Brubaker Bradley, autora de A Guerra Que Salvou a Minha Vida

A Guerra Que Salvou A Minha Vida foi uma das leituras mais emocionantes que fiz nos últimos tempos.  O livro conta a história da Ada que é uma menina por volta dos dez anos que nasceu com o pé torto. Por conta dessa sua “deficiência”, ela acabou sempre recebendo muitos maus tratos da mãe, ficando presa dentro de casa para esconder “a sua vergonha das pessoas”. Quando a 2° Guerra Mundial começa e as crianças começam a ser evacuadas de Londres, Ada vê nisso uma oportunidade de fugir da sua realidade e, junto com seu irmão mais novo, os dois partem para uma aventura no interior da Inglaterra que, com toda a certeza, mudaria a vida de Ada para sempre.

Para que vocês possam conhecer mais um pouco da história do livro e tudo o que existe por trás dele, o La Oliphant resolveu compartilhar com vocês uma entrevista da Darkside Books com a autora do livro, Kimberly Brubaker Bradley. Confira abaixo:

A Segunda Guerra Mundial foi um período muito triste na história da humanidade, mas algumas pessoas conseguiram encontrar uma maneira de se animar nesse momento. A Ada parece ser uma dessas pessoas. Você pode nos contar um pouco sobre a personagem e como foi o processo de criação da voz da Ada?

A voz da Ada foi a parte mais difícil de acertar no livro e me tomou muito tempo. Os leitores precisavam perceber que enquanto as circunstâncias pelas quais a Ada estavam passando eram horríveis, ela em si era uma pessoa muito forte, inteligente e engenhosa. Foram muitas tentativas de reescrevê-la – algo em torno de seis rascunhos para a primeira apresentação do primeiro capítulo.

Você escreveu A Guerra que Salvou a Minha Vida para crianças, mas é muito fácil encontrar resenhas em blogs e sites especializados em literatura de adultos que foram tocados pela história. Por que você acha que a história de Ada conseguiu emocionar leitores de idades tão variadas?

Eu não sei ao certo. Eu concordo que é verdade, muito mais do que qualquer um dos meus livros anteriores, este também tem um apelo com os adultos. Talvez seja porque todos nós ansiamos por amor, reparação e família.

A protagonista do livro é uma criança com deficiência. Você tem recebido retorno de pessoas com deficiência? Elas se identificaram com Ada de alguma forma?

Sim, de fato, nos Estados Unidos, esse livro ganhou o prêmio Schneider Family Book, por melhor retratar uma criança com deficiência. Dr. Schneider, quem começou a premiação, nasceu cego e cresceu bastante frustrado por ver como pessoas com deficiência eram descritas nos livros. Também soube que muitos leitores com diferentes níveis de restrição física, alguns adultos, outros crianças, e qualquer pessoa que tenha lido acharam [o livro] muito positivo. Eu não minimizo a condição de Ada, mas também não deixo que a defina.

Naquela época e ainda hoje muitas pessoas com deficiência não totalmente são integradas na comunidade em que vivem por ignorância, omissão ou preconceito das pessoas ao seu redor, mas por que você escolheu retratar isso na mãe de Ada?

Eu queria que Ada fosse libertada pela guerra, o que significava que eu precisava começar com ela em uma prisão. Se ela tivesse uma família que a amasse, ela não sentiria necessidade de escapar.

Além da Segunda Guerra Mundial, quais histórias você leu, conheceu ou procurou que lhe ajudaram a construir a trajetória de Ada, sua família, sua condição física e emocional?

Eu passei um longo tempo lendo sobre crianças de lugares difíceis – de refugiados a vítimas de abuso a crianças adotadas em orfanatos internacionais – para entender o coração de Ada. Eu também li bastante sobre pé torto. As informações sobre os cavalos eu já meio que sabia.

Em geral, quando falamos de guerra, associamos com dor, com morte. Como essa associação entre guerra e salvar a vida de uma pessoa aconteceu?

A evacuação das cidades inglesas foi uma grande empreitada; eles deslocaram 3 milhões delas para o interior, em dois dias. Foi imensamente traumático para a maioria delas, pois diziam, essencialmente, que elas estariam em segurança – ainda que com completos estranhos – enquanto seus pais ficavam em casa para serem bombardeados. Mas comecei a pensar: e se o oposto acontecesse? E se a evacuação fosse a melhor coisa a acontecer na vida de uma criança? Quem seria ela?

Você acha que autores de grandes séries como J.K. Rowling e Rick Riordan abriram portas para mais crianças e adolescentes se interessarem por livros e literatura?

Eles foram ótimos, mas o que eu acho que eles realmente fizeram foi abrir a possibilidade de escrever livros maiores. Antigamente as editoras diziam “isso é muito grande para essa faixa etária, eles não vão ler”. Bom, depois de Harry Potter e Rick Riordan… os livros são bem grandes e as pessoas lêem tudo e isso nos ajudou muito, como autores. A Guerra que Salvou Minha Vida é um livro grande e talvez ele não fosse publicado antes por causa do tamanho, mas eu não poderia ter contado a mesma história em menos páginas. Então, sim, eu sou bem grata à eles por isso.

Seu primeiro livro foi publicado em 1998, certo? E você sempre escreveu para um público jovem. Você sentiu uma mudança ou diferença nos últimos 5-10 anos no jeito que os autores se conectam com os leitores – especialmente os jovens?

Sim e eu acho isso incrível. Uma vez, uma escola de inglês da Mongólia me ligou no Skype para conversar sobre meu livro. Eles só tinham uma cópia e ficavam passando de mão em mão – foi algo muito legal – e aqui mesmo nos EUA, graças à Internet, eu consigo conversar com escolas e lugares que eu não conseguiria visitar. Eu gosto muito e acho ótimo para as crianças. Eu adoraria ter tido essa chance quando eu era criança.

Nós leitores sempre aprendemos muito com os livros que lemos. Às vezes somos tão tocados por um livro que esquecemos que o autor muito provavelmente também aprendeu com ele. O que A Guerra que Salvou a Minha Vida lhe ensinou durante o processo de escrita?

Eu achava que já entendia o poder transformador do amor, mas aprendi mais sobre ele enquanto escrevia essa história – não só isso, mas também o quão satisfatório é ver outra pessoa se curando e florescendo.

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9. O blog e a Editora não se responsabilizam por extravio ou atraso na entrega dos Correios. Assim como não se responsabilizam por entrega não efetuada por motivos de endereço incorreto, fornecido pelo próprio ganhador;

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Resenhas 27abr • 2017

A Guerra Que Salvou A Minha Vida, por Kimberly Brubaker Bradley

Eu só amo livros que se passam na segunda guerra mundial, simplesmente porque eu acho que é um dos períodos mais importantes da história da humanidade e também porque os autores sempre conseguem criar algo incrível em cima desse fato histórico. E A Guerra Que Salvou A Minha Vida foi exatamente a emoção que eu estava esperando quando a Darkside Books anunciou seu lançamento no Brasil. Com personagens inteligentes e um enredo de suar os olhos, A Guerra Que Salvou A Minha Vida conquistou meu coração de uma maneira que eu não estou sabendo lidar.

A Guerra Que Salvou A Minha Vida vai contar a história da Ada que é uma menina por volta dos dez anos que nasceu com o pé torto. Por conta dessa sua “deficiência”, ela acabou sempre recebendo muitos maus tratos da mãe, ficando presa dentro de casa para esconder “a sua vergonha das pessoas”. Quando a 2° Guerra Mundial começa e as crianças começam a ser evacuadas de Londres, Ada vê nisso uma oportunidade de fugir da sua realidade e, junto com seu irmão mais novo, os dois partem para uma aventura no interior da Inglaterra que, com toda a certeza, mudaria a vida de Ada para sempre.

Eu tive todo o tipo de emoção lendo esse livro. Primeiro eu me senti muito triste e preocupada, depois eu me senti aliviada, depois eu me senti preocupada de novo. Foi um misto de sensações tão intensas que dizer que A Guerra Que Salvou A Minha Vida é só uma leitura muito boa, não chega nem perto de definir o que realmente foi a experiencia de fazer a leitura dessa história. Kimberly Brubaker Bradley tem uma escrita simples, mas com uma intensidade que te envolve desde o primeiro capítulo. Eu não sei dizer exatamente em que momento eu me vi completamente presa a história, mas o fato é que eu simplesmente não consegui não me apaixonar perdidamente por esse livro.

O enredo é contado em primeira pessoa, no ponto de vista da Ada, e estar na cabeça dessa personagem durante toda a leitura só fez com que eu me apaixonasse ainda mais pela escrita da Kimberly Brubaker Bradley. Embora o livro tenha tido alguns pontos em que a leitura se tornou um pouco arrastada e até mesmo cansativa, os personagens te conquistam de uma forma inexplicável, e quando você menos espera, está tão completamente envolvido na história da Ada, que os pequenos detalhes do livro acabam se tornando irrelevantes no final da leitura.

Você também pode conferir a opinião da Yara sobre essa leitura!

Eu gostei muito de como a autora teve muito cuidado ao construir a história, tentando ser fiel aos acontecimentos da época e dando espaço para que os personagens secundários do livro conseguissem ter o seu espaço. Gostei muito de como os diálogos foram construídos, principalmente porque eles conseguiam passar a inocência das crianças e o temor perante a guerra que estava por vir. Bradley com certeza tem um talento para desenvolver personagens, não deixando pontas soltas e fazendo com que os elementos da história se encaixem perfeitamente no enredo.

A inocência da Ada foi o que mais me encantou no livro. Apesar de ela ser uma personagem forte, determinada a sobreviver, ela não perdeu a sua inocência de criança e isso fez com o que meu coração se aquecesse por ela. Era uma personagem que, a cada desafio eu sentia vontade de abraçar, de chorar junto com ela e de dizer que as coisas ficariam bem. Eu queria ser a Srta. Smith e cuidar dela e do irmão e fazer com que os medos e os receios fossem embora.

Vocês têm ideia do que é ter uma personagem principal que tem medo? Não medo do escuro como nós temos, mas medo de carinho, de toque, de atenção. E isso simplesmente porque ela não conhece esse tipo de sentimento? Ada é essa personagem, e talvez o fato de ela ter limitações e não conhecer as coisas boas do mundo faça com que a gente se apegue tanto a ela desde o começo do livro. É desesperador pensar que ela é uma criança e não conhece abraço, carinho e preocupação de alguém que quer o bem dela de forma sincera.

A Guerra Que Salvou A Minha Vida foi uma leitura que me destruiu por dentro ao mesmo tempo que me tocou de uma forma que nenhuma outra leitura havia me tocado até então. Ada é uma personagem especial, todos os personagens desse livro são especiais. A escrita da Kimberly Brubaker Bradley é especial por conseguir criar um enredo tão singelo e ao mesmo tempo tão maravilhoso de se ler. A Guerra Que Salvou A Minha Vida é um livro que com toda a certeza vale a pena ter na estante.

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1. A promoção é válida ATÉ 08/05, tendo seus ganhadores anunciados na fanpage dos blogs;
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4. Para validar o prêmio o ganhador devera cumprir com todas as obrigatorias do Rafflecopter;
5. Ao fim da promoção será sorteado apenas 02 ganhadores para todos os prêmios cedidos neste sorteio;
6. A promoção é válida somente para quem tem endereço de entrega no Brasil;
7. O ganhador terá o prazo de 03 dias para responder ao e-mail que lhe será enviado. Caso não o faça, um novo ganhador será definido;
8. O envio do livro será feito pela Editora Darkside Books no prazo de 50 dias após o ganhador informar seu endereço;
9. O blog e a Editora não se responsabilizam por extravio ou atraso na entrega dos Correios. Assim como não se responsabilizam por entrega não efetuada por motivos de endereço incorreto, fornecido pelo próprio ganhador;

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