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Literaría

5 dicas de Victoria Patterson para escrever ficção histórica

Débora Costa
26 de fevereiro de 2017 26/02/2017 0 Comentários

5 dicas de Victoria Patterson para escrever ficção histórica

Eu sou completamente apaixonada por romances históricos e, ao contrário do que muitos julgam, esses enredos tem muito o que passar para o leitor, principalmente quando se trata de autoconfiança. Foi lendo Julia Quinn que eu comecei a explorar cada vez mais esse tipo de literatura, buscando tanto autores nacionais, como autores internacionais para conhecer. Mas, foi recentemente que eu resolvi que começaria a me aventurar no meu próximo romance de época – ainda sem nome.

Minha primeira dificuldade foi começar a história. Mesmo depois de ter lido infinitos romances, eu ainda tenho dificuldade de criar meu próprio universo. Depois de alguns bate papos nas comunidades de autores, descobri que eu não sou a única com essa dificuldade e resolvi fazer uma pesquisa profunda sobre o processo criativo de outros autores do gênero visando encontrar a melhor forma de trabalhar na minha própria história.


Resenhas

Ruído Branco por Ana Carolina Souza

O livro no Skoob e no Goodreads.

Editora: Planeta
Ano de Publicação: 2016
Número de Páginas: 144
Código ISBN: 9788542208825

Comprar: Submarino | Livraria Cultura | Livraria Saraiva | Amazon

Sinopse: Ana Carolina é uma das mais populares cantoras de MPB na ativa. Em 17 anos de carreira ela já vendeu mais de 5 milhões de discos e acumulou prêmios nacionais além de duas indicações ao Grammy Latino. Seus fãs conhecem seu lado de compositora, arranjadora e pintora, mas em Ruído Branco, seu primeiro livro, eles serão apresentados a uma nova faceta que desconhecem- poeta. Neste livro de capa dura e recheado de telas e fotos exclusivas de sua intimidade, Ana Carolina apresenta mais de 50 poesias, prosas e letras inéditas escritas ao longo da sua vida. O que sei é que quando está com fome, ela canta. Quando está com sede, ela pinta. Mas quando deseja devorar alguém mesmo ela é poeta. - Fabrício Carpinejar, escritor Versos ‘anacarolinicos’ dão rasantes dentro de mim. Ninguém está aqui para separar a poeta da cantora. São indissociáveis. (...) Sem as margens das partituras definidas, a poesia de Ana Carolina chega cheia de sinceridade ao nosso encalço. De noite, de dia, manhã, madrugada, pode esperar, em alguma rua, um verso dela nos pegará. – Elisa Lucinda, escritora e atriz

Amanda Roberto
25 de fevereiro de 2017 25/02/2017 10 Comentários


Débora Costa

Débora Costa

Escritora melancólica nas horas vagas, publicitária hiperativa no dia a dia. Viciada em Oasis, uma eterna apaixonada por Beatles. Leitora compulsiva de livros de Steampunk. Futura autora de um livro sobre viagem no tempo.

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