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Tudo em: Literaría

Como construir universos fantásticos

Débora Costa
09 de maio de 2017 09/05/2017 0 Comentários

Como construir universos fantásticos

Então, você está pronto para escrever uma ficção científica ou livro de fantasia. Mas por onde começar? Muitos escritores começam criando um mapa, ou pesquisando algum corpo celestial distante. Seis romances em minha especulada carreira de ficção, descobri que crio meu melhor trabalho quando começo a construir meus mundos fantásticos, começando não com sistemas mágicos ou geografia, mas com um único personagem. E aqui está o porquê desse método ser tão bem-sucedido para mim.

Quando você começa seu processo de construção de mundo, criando primeiro um personagem e, em seguida, perguntando que tipo de mundo criou esse personagem, você se concentra nas partes do mundo que mais importam para as pessoas nele. Isso significa gastar menos tempo na pesquisa que você não vai usar. Eu olho para o meu worldbuilding e criação de personagens como processos interligados. Eles não – na verdade, não podem! – existir de forma independentemente um do outro.


Como ganhar dinheiro escrevendo: Qual o valor do seu livro?

Débora Costa
06 de maio de 2017 06/05/2017 0 Comentários

Como ganhar dinheiro escrevendo: Qual o valor do seu livro?

Escrevi vários livros e publiquei alguns deles. Eu tive um grande sucesso considerando meu pequeno status como uma autora independente ou auto publicada. Eu superei de longe as minhas expectativas de venda do livro, e consegui encontrar duas maneiras distintas de fazer uma vida rentável como uma autora publicada.

Não só isso, mas eu tive que aprender a traduzir esse valor para o público certo. E isso era muito mais difícil do que escrever ou editar qualquer romance. Eu já disse isso antes, mas vou dizer novamente: como um autor, você não é um artista, você é um empreendedor. Um pequeno empresário, que provavelmente usou seu próprio capital para investir em sua nova empresa. E esse é um cenário completamente diferente do que ser “um escritor”.


5 Dicas para respeitar o gênero romance na hora de escrever

Débora Costa
03 de maio de 2017 03/05/2017 0 Comentários

5 Dicas para respeitar o gênero romance na hora de escrever

Romance é um gênero rico, diverso, com um seguimento leal de leitores e um lugar firme no topo do mercado de ficção de gênero. Desde a explosão da auto publicação, novos autores que escrevem romance têm vindo ao gênero todos os meses, proporcionando aqueles de nós que amam novelas românticas uma riqueza de escolhas e a oportunidade de nos perder em novas histórias, personagens únicos e intemporais felizes para sempre.

Mas às vezes há uma coisa faltando: respeito.

Leitores de longa data e autores veteranos de romance sabem que o respeito é a chave para o sucesso no mercado. Ver alguém que não respeita ou entende o gênero tentando capitalizar sua audiência leal pode ser incrivelmente frustrante para um editor.


Primeiras Impressões: Lacrymosa, de Juliana Daglio

Vinicius Fagundes
19 de abril de 2017 19/04/2017 0 Comentários

Primeiras Impressões: Lacrymosa, de Juliana Daglio

Como vocês já sabem, nós aqui do La Oliphant amamos ver autores nacionais criando histórias cada vez mais criativas e imaginativas. É exatamente por isso que nós temos o Clube Nacional, pra dar espaço para autores nacionais divulgarem as suas obras.

Por isso mesmo, nós ficamos muito felizes quando recebemos a oportunidade de fazer as primeiras impressões de Lacrymosa, novo livro da Juliana Daglio! Nós já entrevistamos a Juliana aqui no blog e até resenhamos Uma Canção Para a Libélula, então logicamente já estávamos animados para o novo livro dela, e ficamos ainda mais animados vendo ela falar sobre Lacrymosa nas redes sociais. Então quando recebemos as primeira trinta páginas de Lacrymosa, fomos correndo ler, e já temos nossas primeiras impressões.


New Adult e a exploração do relacionamento abusivo.

Débora Costa
16 de abril de 2017 16/04/2017 13 Comentários

New Adult e a exploração do relacionamento abusivo.

Eu poderia fazer uma lista interminável de New Adults que eu li, ou pelo menos sei da existência, onde o personagem principal – também conhecido como o herói da história – além de ter um corpo musculoso, às vezes tatuado, outras vezes não, também é um homem extremamente ciumento, preocupado com o bem-estar da sua amada e, muitas das vezes extremamente controlador. Tenho certeza que algumas dessas características irá fazer você se lembrar de alguma história que leu, talvez até recentemente e, por algum motivo, achou que era exatamente o que você desejaria num relacionamento. Bem, esta publicação veio justamente para desconstruir esse pensamento.

Vou começar citando a minha leitura mais recente, Princesa de Papel, onde o nosso herói Reed, agride a personagem principal e também o seu par romântico na história de todas as formas possíveis. Por algum motivo, em determinado ponto do livro, as agressões se tornam palavras de carinho, e a nossa heroína Ella Harper é promovida de “piranha” para “amor”. Isso também acontece em outros livros, talvez não com a mesma intensidade, mas se pararmos para pensar, em Belo Desastre, o nosso querido Travis Maddox perdia o controle do seu temperamento com muita facilidade se qualquer outro homem se aproximasse de Abby, seu par romântico no livro.


Porque as heroínas de romances de época são tão importantes?

Débora Costa
13 de abril de 2017 13/04/2017 7 Comentários

Porque as heroínas de romances de época são tão importantes?

Sempre que eu vou falar sobre algum romance de época, eu tenho que começar com “eu simplesmente amo romances de época”, e já que vamos falar de um assunto um tanto quanto importante, acho que repetir essa afirmação é mais do que fundamental para que vocês possam entender o que eu estou querendo fazer aqui. Bem, eu já estive do outro lado. Eu já fui uma das pessoas que teve muito receio de dar uma chance a um romance de época. Eu já critiquei sem ler e já criei vários pontos negativos para o gênero sem nem mesmo experimentar. Até que eu li O Duque e Eu, e as coisas mudaram desde então.

O pronto forte dos romances de época, como todo mundo sabe, são as suas heroínas. Cada uma delas tem uma característica própria de pensar, uma vontade a ser realizada e um pensamento muito à frente do seu tempo. Suas representações variam desde a mocinha inocente em busca do cavalheiro perfeito, até mesmo a moça mais difícil que se recusa a casar por menos do que o amor da sua vida. Apesar de parecer muito água com açúcar, as heroínas de romances de época são muito importantes para que possamos entender os conflitos sofridos pelas mulheres daquela época e como essas moças com “pensamentos diferentes” são importantes para entendermos como a nossa sociedade chegou aonde está hoje.


Autores nacionais só devem escrever livros ambientados no Brasil

Débora Costa
24 de março de 2017 24/03/2017 0 Comentários

Autores nacionais só devem escrever livros ambientados no Brasil

Mais um para a série de assuntos desconfortáveis que não deveríamos estar discutindo, mas estamos. Recentemente eu vi uma discussão sobre autores nacionais que escrevem personagens e enredos ambientados em outros países. Apesar de eu ter tido a esperança de que fosse uma discussão saudável, as pessoas realmente estavam criando uma polêmica em torno do assunto como se autores nacionais desvalorizassem seu trabalho ao usar outras culturas para criar seus enredos.

Eu fico nauseada só de pensar que eu preciso escrever um texto para que algumas pessoas possam entender que ninguém é obrigado a nada. Digo, quer dizer que por eu ser brasileira eu automaticamente não posso escrever nenhum livro ambientado nos EUA porque isso é uma desvalorização da minha cultura? É sério isso?! Será que vocês não perceberam que a literatura nacional já é desvalorizada o suficiente para vocês ficarem limitando os nossos autores?


Débora Costa

Débora Costa

Geminiana. Escritora de romances nas horas vagas, mas viciada em séries no dia a dia. Publicitária hiperativa de 9h às 18h. Tem Oasis em todas as suas trilhas sonoras literárias. Prefere o Goodreads ao Skoob. A maluca dos romances de época que ainda vai escrever um livro sobre viagem no tempo.

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