La Oliphant

La Oliphant

Tudo em: Literaría

Primeiras Impressões: Lacrymosa, de Juliana Daglio

Vinicius Fagundes
19 de abril de 2017 19/04/2017 0 Comentários

  Como vocês já sabem, nós aqui do La Oliphant amamos ver autores nacionais criando histórias cada vez mais criativas e imaginativas. É exatamente por isso que nós temos o Clube Nacional, pra dar espaço para autores nacionais divulgarem as suas obras. Por isso mesmo, nós ficamos muito felizes quando recebemos a oportunidade de fazer […]


New Adult e a exploração do relacionamento abusivo.

Débora Costa
16 de abril de 2017 16/04/2017 12 Comentários

New Adult e a exploração do relacionamento abusivo.

Eu poderia fazer uma lista interminável de New Adults que eu li, ou pelo menos sei da existência, onde o personagem principal – também conhecido como o herói da história – além de ter um corpo musculoso, às vezes tatuado, outras vezes não, também é um homem extremamente ciumento, preocupado com o bem-estar da sua amada e, muitas das vezes extremamente controlador. Tenho certeza que algumas dessas características irá fazer você se lembrar de alguma história que leu, talvez até recentemente e, por algum motivo, achou que era exatamente o que você desejaria num relacionamento. Bem, esta publicação veio justamente para desconstruir esse pensamento.

Vou começar citando a minha leitura mais recente, Princesa de Papel, onde o nosso herói Reed, agride a personagem principal e também o seu par romântico na história de todas as formas possíveis. Por algum motivo, em determinado ponto do livro, as agressões se tornam palavras de carinho, e a nossa heroína Ella Harper é promovida de “piranha” para “amor”. Isso também acontece em outros livros, talvez não com a mesma intensidade, mas se pararmos para pensar, em Belo Desastre, o nosso querido Travis Maddox perdia o controle do seu temperamento com muita facilidade se qualquer outro homem se aproximasse de Abby, seu par romântico no livro.


Porque as heroínas de romances de época são tão importantes?

Débora Costa
13 de abril de 2017 13/04/2017 7 Comentários

Porque as heroínas de romances de época são tão importantes?

Sempre que eu vou falar sobre algum romance de época, eu tenho que começar com “eu simplesmente amo romances de época”, e já que vamos falar de um assunto um tanto quanto importante, acho que repetir essa afirmação é mais do que fundamental para que vocês possam entender o que eu estou querendo fazer aqui. Bem, eu já estive do outro lado. Eu já fui uma das pessoas que teve muito receio de dar uma chance a um romance de época. Eu já critiquei sem ler e já criei vários pontos negativos para o gênero sem nem mesmo experimentar. Até que eu li O Duque e Eu, e as coisas mudaram desde então.

O pronto forte dos romances de época, como todo mundo sabe, são as suas heroínas. Cada uma delas tem uma característica própria de pensar, uma vontade a ser realizada e um pensamento muito à frente do seu tempo. Suas representações variam desde a mocinha inocente em busca do cavalheiro perfeito, até mesmo a moça mais difícil que se recusa a casar por menos do que o amor da sua vida. Apesar de parecer muito água com açúcar, as heroínas de romances de época são muito importantes para que possamos entender os conflitos sofridos pelas mulheres daquela época e como essas moças com “pensamentos diferentes” são importantes para entendermos como a nossa sociedade chegou aonde está hoje.


Autores nacionais só devem escrever livros ambientados no Brasil

Débora Costa
24 de março de 2017 24/03/2017 0 Comentários

Autores nacionais só devem escrever livros ambientados no Brasil

Mais um para a série de assuntos desconfortáveis que não deveríamos estar discutindo, mas estamos. Recentemente eu vi uma discussão sobre autores nacionais que escrevem personagens e enredos ambientados em outros países. Apesar de eu ter tido a esperança de que fosse uma discussão saudável, as pessoas realmente estavam criando uma polêmica em torno do assunto como se autores nacionais desvalorizassem seu trabalho ao usar outras culturas para criar seus enredos.

Eu fico nauseada só de pensar que eu preciso escrever um texto para que algumas pessoas possam entender que ninguém é obrigado a nada. Digo, quer dizer que por eu ser brasileira eu automaticamente não posso escrever nenhum livro ambientado nos EUA porque isso é uma desvalorização da minha cultura? É sério isso?! Será que vocês não perceberam que a literatura nacional já é desvalorizada o suficiente para vocês ficarem limitando os nossos autores?


A sensibilidade feminina no selo DarkLove

Débora Costa
08 de março de 2017 08/03/2017 10 Comentários

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Dia Internacional da Mulher. Um dia para comemorar sobre os nossos feitos, sobre as nossas conquistas. O único dia do ano dedicado único e exclusivamente ao sexo feminino. Embora a data muitas vezes seja tratada como “mais uma”, o 08 de março tem importância para muitas de nós. E por isso criamos a #SemanaDasMinas, por isso resolvemos falar sobre a mulher na literatura. Mulher não escreve apenas romance. Mulher não escreve apenas erótico. Mulher escreve thriller, fantasia e qualquer outra coisa que ela queira escrever. Não é mesmo?

Foi pensando nisso que, nesta data tão importante, eu quis tirar um momento para falar de um selo editorial que você provavelmente conhece, que tem tudo a ver com a ideia que estamos tentando passar com todo esse evento. Um selo que não só tem edições maravilhosas e história que valem muito apenas ser lidas, mas também um selo que é dedicado ao feminino, que busca autoras maravilhosas e nos traz personagens inspiradoras.


Heroínas românticas para você se inspirar

Débora Costa
07 de março de 2017 07/03/2017 9 Comentários

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Uma das coisas que eu mais gosto da literatura é encontrar personagens com quem eu consigo me identificar com facilidade. Sabe aquela personagem principal, ou até mesmo secundária que você fica pensando “É, eu sei exatamente como você se sente”. Pois é, eu simplesmente amo quando eu encontro um livro que consegue me passar exatamente essa sensação com seus personagens.

Foi pensando nisso que para a publicação de hoje da nossa #SemanaDasMinas eu resolvi fazer uma pequena lista com algumas personagens que realmente me conquistaram com as suas personalidades ou com a sua história. Eu preciso dizer que escolhi cada personagem por um motivo particular. Uma foi por determinação, outra foi por coragem e também tiveram aquelas mencionadas por causa do seu jeito de pensar. Mas todas merecem estar nessa lista por simplesmente terem mudado alguma coisa em mim.


O que está faltando na heroína romântica moderna.

Débora Costa
01 de março de 2017 01/03/2017 1 Comentário

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O “macho alfa” está atualmente em ascensão na ficção romântica – tudo o que você precisa fazer é olhar para a proliferação de abdomens cuidadosamente definidos na lista de Best Contemporary Romance da Amazon para ter provas concretas. De Christian Gray, de E. L. James, ao Rei cego de J. R. Ward e Jesse Ward de Jodi Ellen Malpas, o mundo romance moderno está cheio de heróis dominantes que iniciam as heroínas em suas vidas complicadas.

E eu entendo, como leitora. Romances são todos sobre a realização do desejo, e eu amo um comandante, torturado, obcecado, mestre do universo, tanto quanto a próxima mulher. O risco que os escritores correm ao seguir pela rota do “macho alpha”, é de escalar sua heroína para o papel de um vaso vazio esperando desesperadamente para ser preenchido.


Débora Costa

Débora Costa

Escritora melancólica nas horas vagas, publicitária hiperativa no dia a dia. Viciada em Oasis, uma eterna apaixonada por Beatles. Leitora compulsiva de livros de Steampunk. Futura autora de um livro sobre viagem no tempo.

O que eu estou lendo?

A Guerra Que Salvou a Minha Vida
Kimberly Brubaker Bradley

Leia o 1° Capítulo

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