Posts escritos por: Débora Costa

Resenhas 23jan • 2018

Treze, por FML Pepper

A melhor coisa que pode acontecer com um blogueiro é quando ele encontra aquele livro nacional que é tão maravilhoso que ele fica horas na frente do computador tentando encontrar a maneira certa de falar sobre o livro na resenha. É o que está acontecendo comigo neste exato momento. A mudança de editora fez muito bem para a FML Pepper, eu tenho que admitir. Sua escrita amadureceu muito desde de a série Não Pare! e, mesmo o livro ainda tendo alguns pontos que eu não gostei, a leitura de Treze foi muito divertida. Eu realmente não estava esperando ser tão impactada por esse enredo como eu fui e a gente precisa muito conversar sobre ele!

A primeira coisa que eu gostei na leitura de Treze foi encontrar um New Adult que foge muito dos outros livros do gênero que eu li por aí. Apesar da autora trabalhar muito bem as cenas quentes do livro, a leitura não fica desconfortável em nenhum momento, o que geralmente acontece quando eu leio outros enredos do gênero. Pepper também escolheu um desenvolvimento diferente para os seus personagens, trabalhando na sua narrativa dividia entre os dois personagens, suas personalidades completamente opostas. Enquanto Karl é um herói que se entrega demais aos seus sentimentos, Rebeca é uma heroína completamente apavorada com a ideia de sentir.

Eu gosto muito de livros de romance, mas o que me atraiu mesmo em Treze foram os plots individuais de cada personagem. Rebeca leva uma vida perigosa, sem nenhum tipo de fé, enquanto Karl é um lutador completamente focado no MMA que acaba negligenciando as pessoas que estão perto dele. Cada um desses personagens carrega uma carga emocional que agrega demais ao enredo que FML Pepper criou e eu adorei a forma como ela explorou a personalidade deles até o último capítulo. Ver ambos deixar a sua própria zona de conforto para viver todo o sentimento que estava surgindo entre eles talvez tenha sido, pelo menos para mim, o ponto forte dessa leitura.

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Lista 22jan • 2018

Livros da estante que eu pretendo ler em 2018

A ordem do primeiro mês do ano é organizar as leituras e organizar a estante. E eu até que estou indo muito bem nessa minha missão. Comprei um caderno para fazer anotações sobre os livros que eu estou lendo, sobre o que eu quero ler etc e ainda arrumei uma nova estratégia de organização para as minhas duas estantes – a que fica aqui no Rio, onde eu moro e a que fica na casa dos meus pais (a maior), em Barra Mansa. Deu muito trabalho tirar todos os 800 livros que eu tenho e colocar de volta no lugar, mas a melhor parte do processo foi que, no final, eu tive inspiração para um monte de post, incluindo este aqui.

O bom de arrumar a estante é que você acaba revisitando alguns livros que nem lembrava mais que tinha. No meu caso, eu acabei revisitando alguns livros que eu comprei no ano passado mesmo e nunca consegui pegar para ler por conta do cronograma do blog. Sério, eu tenho séries que eu tô jurando começar tem pelo menos 1 ano e ainda não passei do primeiro livro. Um absurdo, não é? E foi assim que eu resolvi fazer uma lista com alguns livros que eu tenho na minha estante e que eu pretendo muito ler em 2018, sem falta, antes de ler os prováveis 50 livros que eu já planejei comprar esse ano – afinal, a lista só aumenta.

Primeiro de tudo, vocês precisam saber que eu escolhi livros que eu comprei porque eu estava com muita vontade de ler ou porque ele está para ser adaptado para o cinema e eu realmente quero ler o livro antes de ver o filme. Muito desses livros estão na minha estante há alguns meses e eu sempre tento me planejar para ler, mas alguma coisa acontece e eu nunca consigo. Complicado isso, né? Então vamos dar uma olhada nas minhas humilhações, também conhecidas como livros que eu não acredito que eu tenho e até agora não li.

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Resenhas 20jan • 2018

Olá, Adeus e Tudo Mais, por Jennifer E. Smith

Eu já contei para vocês que Jennifer E. Smith nunca decepciona os seus leitores? Porque ela nunca decepciona. Até mesmo Ser Feliz É Assim, que nem é um dos melhores livros que eu já li da autora tem os seus pontos fortes e, eu não consegui não me apaixonar ainda mais por ela quando li A Geografia de Nós Dois no ano passado. Smith tem um jeito único de criar personagens adolescentes realistas e ainda assim com aquele tom “apaixonado” que todo mundo adora encontrar em um YA, e com o enredo de Olá, Adeus e Tudo Mais, não foi nem um pouco diferente.

Olá, Adeus e Tudo Mais acabou de se tornar o meu livro favorito da Jennifer E. Smith. Primeiro de tudo, a narrativa do livro é em terceira pessoa e organizada em “paradas” que os personagens principais fazem ao longo da sua última noite juntos. Cada uma dessas paradas traz à tona um sentimento ou uma memória que os dois compartilharam juntos durante os dois anos de namoro que tiveram, o que os deixa ainda mais perdidos em relação ao que deve ser feito quando eles forem para a faculdade: terminar ou continuar o relacionamento a distância?

Smith construiu esses personagens com cuidado, dando total atenção aos detalhes que tornam cada uma das palavras ditas e decisões tomadas reais para quem está lendo. Eu gostei do fato de ela não precisar usar flashbacks para que eu pudesse conhecer o relacionamento dos personagens e porque aquela decisão era tão importante e tão difícil para eles. Clare e Aidan são personagens que, ao longo do período que estiveram juntos, construíram uma relação muito bonita, que não envolvia apenas o amor que sentiam um pelo outro, mas também a amizade e a confiança que cultivaram. Leia mais

Séries & TV 19jan • 2018

The Marvelous Mrs. Maisel: o efeito do empoderamento

Outro dia eu descobri uma série maravilhosa chamada The Marvelous Mrs. Maisel. Estava vagando na internet procurando alguma coisa para assistir e o Tv Show Time resolveu me sugerir essa série. Eis que eu descubro que a criadora não é ninguém menos que Amy Sherman-Palladino, a criadora de Gilmore Girls. E eu não podia deixar passar esse LACRE, não é mesmo? Mais uma vez Palladino traz um enredo que o objetivo é mostrar que o empoderamento pode transformar a vida de uma mulher. Com um humor ácido e um enredo muito divertido, nós somos transportados para New York em 1958, onde uma dona de casa acaba descobrindo que a sua vida pode ser muito mais do que é.

The Marvelous Mrs. Maisel conta a história da Miriam “Midge” Maisel, interpretada pela Rachel Brosnahan. Midge é uma dona de casa que passou a vida inteira sendo preparada para cumprir o seu papel de esposa. Quatro anos de casamento bem-sucedido com dois filhos pequenos e uma rotina agradável indo a um pub no subúrbio onde seu marido se apresentava como comediante. A vida de Midge vira de cabeça para baixo quando, um dia, Joel revela que está saindo de casa para morar com a sua amante, deixando a ex-mulher completamente perdida. É assim que ela acaba indo parar no mesmo pub que seu, agora ex-marido, costumada se apresentar e começa a explorar a vida entre ser uma dona de casa e uma comediante de stand-up.

Eu acho que eu nem preciso explicar porque eu me apaixonei por essa série, não é mesmo? The Marvelous Mrs. Maisel se passa em uma época em que as mulheres não desejavam nada além de se tornar esposas, afinal, elas eram criadas por suas mães e avós com o único objetivo de fazer com que o seu casamento desse certo, e a Midge é a representação fiel de todas essas mulheres. Todos os hábitos dela giram em torno de agradar Joel a todo o momento. As vontades dele estão sempre em primeiro lugar, inclusive quando se trata das apresentações de stand-up que ele faz, que é quando você percebe que ela é o verdadeiro talento.

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Clube Nacional 16jan • 2018

Você está fazendo errado: sobre abordar blogs na internet

Ser escritor no Brasil é um desafio que só aqueles com muita coragem conseguem aceitar, e isso não é novidade para ninguém. Basta entrar em qualquer grupo literário que você vai encontrar pelo menos um autor nacional lutando para que a sua obra seja lida por pelo menos uma pessoa. Cada autor tem o método que acha melhor para divulgar seu livro, cada um se apresenta da forma que melhor convém, mas alguns não tem a menor ideia de como se aproximar dos leitores sem afugentá-los.

Vejam, eu sei que a relação blog x autor não é uma das melhores, e eu nem estou escrevendo isto para colocar mais lenha na fogueira, mas verdade seja dita, todo blogueiro já passou por uma experiência constrangedora ou, no mínimo, desconfortável por causa de uma abordagem agressiva por parte de um autor nacional. Mais uma vez, eu sei que parte dos autores não tem a menor ideia de como se aproximar das pessoas e apresentar o seu livro, e por isso eu estou aqui hoje.

Nos últimos meses eu tenho recebido muitos contatos de vários autores nacionais e nem todos esses contatos têm sido maravilhosos. Muitos deles foram invasivos, sem respeitar o meu tempo de resposta e a política de parcerias do meu blog e, conversando com outros blogueiros eu percebi que isso não tem acontecido só comigo. Por isso, eu resolvi escrever esse post, apontando algumas coisas que vocês, autores, não deveriam fazer quando se trata de abordar um blog para resenhar ou conhecer o seu livro.

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Cinema 15jan • 2018

The Shape of Water é uma carta de amor ao diferente

Eu não vou dizer para vocês que eu sou uma culta na arte do cinema, porque eu não sou. Mas antes de eu me apaixonar por livros, a minha outra paixão era assistir filmes e séries na televisão. Eu nunca tive canal fechado em casa, então eu dependia do que a Globo ou a SBT escolhessem passar no horário da tarde, depois que eu chegava da escola. De qualquer forma, filmes sempre mexeram comigo e sempre tiveram um impacto na minha vida, e por isso eu resolvi trazer de volta dos mortos a categoria “Cinema” aqui do blog, para falar sobre alguns filmes que eu amo e que eu acho que vocês vão amar também.

Conheci Guillermo Del Toro por causa de uma amiga minha que é apaixonada pelo trabalho dele. Del Toro é responsável por um dos meus filmes favoritos: O Labirinto do Fauno, mas vocês provavelmente o conhecem por conta de um outro filme – também muito maravilhoso – chamado Círculo de Fogo. Verdade seja dita, de todos os poucos diretores de cinema que eu conheço, Del Toro é o que mais dá vida a roteiros que realmente me deixam extasiada e, com The Shape of Water não foi nem um pouco diferente – eu já estava apaixonada pelo filme quando assisti ao trailer.

The Shape of Water se passa na década de 60, em meio a grandes conflitos políticos entre os EUA e a União Soviética. O filme narra a história de uma faxineira chamada Eliza, interpretada pela Sally Hawkins, que trabalha em um laboratório secreto do governo. Eliza é muda e toda a sua vida segue uma rotina de repetições até que ela descobre que o laboratório que ela trabalha está fazendo experimentos e torturando um anfíbio capturado na américa do sul. Aos poucos, Eliza acaba se apaixonando pela criatura e resolve criar um plano para poder tirá-lo do cativeiro. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e à colega de turno Zelda (Octavia Spencer). Leia mais

Resenhas 13jan • 2018

Um Beijo à Meia Noite, por Eloisa James

Se você chegou no blog há pelo menos um mês deve ter ficado sabendo da minha resenha de Quando a Bela Domou a Fera, livro que eu amei cada segundo da leitura, mesmo sendo uma releitura de conto de fadas. No primeiro livro da série Fairy Tale, James mostrou ter uma escrita inteligente e saber criar personagens interessante, mas foi no segundo livro que eu me surpreendi com algo que contradiz totalmente as minhas primeiras impressões da autora. Com um enredo arrastado e personagens principais que não me convenceram, Um Beijo à Meia Noite foi uma leitura muito mais cansativa do que eu acreditei que seria.

Sendo sincera, eu me joguei de cabeça nesse romance por causa da minha primeira maravilhosa experiência lendo Eloisa James. E eu nem gosto muito da história da Cinderela, devo dizer. Nunca foi o meu conto de fadas favorito, mas eu confesso que estava movida pela curiosidade de saber como a autoria iria trabalhar os elementos dessa história em um romance de época – afinal, até mesmo Julia Quinn já arriscou uma releitura de Cinderela, não é mesmo? Meu grande erro talvez tenha sido acreditar que já que Quando a Bela Domou a Fera foi uma leitura maravilhosa, Um Beijo à Meia Noite só poderia ser tão bom quanto, o que passou bem longe de ser verdade, eu tenho que dizer.

O enredo do livro foi meu primeiro problema. A história demora muito para se desenvolver ao mesmo tempo que a autora joga diversas informações em cima de você, sem dar tempo para que o leitor absorva todas as “novidades”. Eu não acho que tenha sido muito prudente da parte dela destoar tanto da história original, criando uma “maracutaia” tão complicada que, ao invés de termos uma releitura razoável de Cinderela, ganhamos um enredo cheio plots confusos que no final não acrescentam nada na história. E ainda tem o “plus’ a sensação de que o enredo não está andando, para fechar essa tragédia com chave de ouro. Leia mais

Cinema 12jan • 2018

Disney anuncia o cast de Artemis Fowl e eu não estou bem!

É real, pessoal! Vamos ter uma adaptação de Artemis Fowl, a tão aclamada série do Eoin Colfer, publicada no Brasil pela Galera Record – caso você ainda não conheça essa série maravilhosa e perfeita! Só quem cresceu lendo esses livros sabe o quão ansiosos estávamos por esse momento e, sendo bem honesta, eu nunca achei que ele fosse acontecer.

Os primeiros rumores de uma adaptação surgiram em 2015 pela Disney e eu acreditei que ainda em 2016 nós teríamos o filme nos cinemas, o que não aconteceu. Depois foram longos três anos de espera por alguma notícia ou posição da Disney a respeito da minha querida adaptação, e esse dia finalmente chegou!

Foram 1200 candidatos para o papel de Artemis (aka. amor da minha vida) e o irlandês Ferdia Shaw foi escolhido para assumir o papel do jovem herdeiro do clã Fowl, que é uma lendária família de trapaceiros do submundo (quero ser adotada por eles até hoje!). Quando esse pequeno gênio do crime descobre o mundo das fadas, decide roubá-lo, tornando-se uma espécie de anti-herói, após o desaparecimento do pai.

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Lançamentos 09jan • 2018

Arqueiro lança primeiro livro da série Irmãs Lyndon

Julia Quinn está de volta, pessoal! E sim, isso é motivo para muitas comemorações se você, assim como eu, pensou que depois da duologia Agentes da Coroa, não veríamos novidades da autora por um tempo. E não é apenas isso, a editora Arqueiro resolveu ouvir as minhas preces e já começar 2018 lançando o primeiro livro da série Irmãs Lydon, outra duologia da autora que eu já estava louca para ler.

Considerada a “rainha dos romances de época” pela Goodreads, Julia Quinn já atingiu a marca de 10 milhões de livros vendidos. O primeiro livro da série será publicado sob o título Mais Lindo Que a Lua (Everything and the Moon) e já chega nas livrarias brasileiras em Janeiro. Com um enredo recheado de romance e personagens maravilhosos, nós vamos conhecer a história de Victoria Lyndon e Robert Kemble. Quem está louco para cair de amores por esses dois personagens?! Leia mais

Entrevistas 04jan • 2018

Angie Thomas: a romancista que transformou o racismo e a violência policial em um bestseller

Esse ano foi bem importante para Angie Thomas, afinal, seu primeiro livro foi publicado, teve lugar garantido nas estantes de mais pessoas do que ela poderia imaginar e, como a cereja do bolo, ainda se tornou bestseller. Você já deve ter visto, pela nossa resenha, que isso tudo tem uma justificativa muito boa para ter acontecido, já que O Ódio Que Você Semeia tem tudo de bom e mais um pouco. Oi? Ainda não tá sabendo? Então eu te dou uns minutinhos para se atualizar com a resenha e voltar aqui, ou, se você já leu, conferir pra ver se nós pensamos parecido ou não!

Como vocês sabem, e é de costume por aqui, gostamos de ir atrás dos autores que passam pelo blog.  E Angie Thomas, se destacando do jeito que se destacou, não poderia ficar de fora do nosso radar. Confira essa matéria do The Guardian e entenda como a autora chamou nossa atenção com O Ódio Que Você Semeia, virou uma queridinha logo em sua estreia e está nos deixando na mais pura ansiedade por seus próximos trabalhos, que devem ser tão maravilhosos quanto o primeiro.

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Resenhas 03jan • 2018

Quando a Bela Domou a Fera, por Eloisa James

Eloisa James era uma leitura que eu estava louca para fazer desde que Quando a Bela Domou a Fera foi lançado no Brasil. Houve muito burburinho em cima desse romance de época e se você não ouviu nada, então provavelmente vive debaixo de uma pedra – aconselho a checar o seu CEP. Demorou um tempo até eu finalmente me decidir por ler esse livro e agora que eu o fiz, estou completamente apaixonada por essa autora. Linnet é uma das heroínas mais divertidas que eu já li e os diálogos inteligentes de James fazem com que a leitura seja descontraída.  Quando a Bela Domou a Fera foi uma leitura que eu me apaixonei no primeiro capítulo e agora eu estou bastante arrependida por não ter lido esse livro assim que ele foi lançado.

Eu sempre fico um pouco preocupada com as releituras de A Bela e a Fera. Primeiro, é o meu conto de fadas favorito e, segundo, poucas autoras conseguem fugir do óbvio – o que me deixa bastante decepcionada no final. Mas Eloisa James veio me provar que ela não é nenhuma amadora e que sabe realmente adaptar um conto de fadas. Apesar das pequenas semelhanças com o conto original, James tomou a liberdade de dar o seu próprio toque pessoal ao enredo, criando uma Bela completamente refém da sua beleza e uma Fera presa ao rancor de acontecimentos do passado que ele simplesmente ainda não conseguiu resolver.  Não era, nem de perto, o que eu estava esperando e a surpresa foi muito mais do que maravilhosa.

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Lista 02jan • 2018

Meus 5 livros favoritos de 2017

Faz muito tempo que eu não sento na frente do computador para escrever um post sobre os melhores livros lidos de um ano. Essa coisa de canal do YouTube muda mesmo a forma como a gente fala sobre livros e, eu não vou mentir, acho muito mais legal sentar na frente do meu computador e escrever sobre uma leitura do que ficar na frente de uma câmera tremendo igual uma vara verde tentando encontrar as palavras certas. Então aqui estamos, pessoal. 2018 acabou de chegar e eu resolvi aproveitar esses primeiros dias do ano para listar os cinco livros que eu mais gostei de ler em 2017.

Foram mais de 100 livros lidos este ano, ultrapassando a minha meta do Goodreads, mais uma vez. E não vou mentir, é muito difícil eu escolher entre tantos livros maravilhosos, apenas cinco. Digo, eu li MUITA COISA boa durante esse ano que passou. Conheci muitos autores novos, dei chance a nacionais incríveis e ainda explorei mais da literatura fantástica que eu estava morrendo de saudade.  Vocês conseguem entender o problemão que eu tenho em mãos?

Mas vamos lá. Meu critério para escolher os livros não foi as notas que eles receberam aqui no blog, mas sim a experiência de leitura que eu tive com cada livro. Acho que deixar a lista mais pessoal ajuda na hora de vocês se decidirem por dar ou não uma chance ao livro, não é?! Então vamos lá!

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